Quinta, 24 Maio 2018

Francisco Flaviano Andriola Leite

Francisco Flaviano Andriola Leite (Milagres) – o menino que foi pro Recife para ser médico

 

Francisco Flaviano Andriola Leite nasceu em 18 de novembro de 1966, em Milagres-Ceará, filho de Sandoval Leite de Figueiredo e Maria Socorro Andriola Leite, ele comerciante nascido em São José de Piranhas, na Paraíba; ela, do lar, nascida em Mauriti, Ceará. Milagres está a xxx.

 

Amélia e Moisés Felipe foram seus avós maternos, cearenses de Mauriti.

 

Severino Leite e Augusta Leite foram seus avós paternos, baianos, de Serrinha.

 

Sandoval teve os seguintes irmãos: Valderi, Antonio, xxxx

 

Maria Socorro teve vários irmãos: Maria, Francisco Andriola, Paulo, Maria dos Dores, Maria Conceição, Antonia e Raimundo, Felipe Andriola, nascidos em Milagres e Mauriti.

 

Flaviano tem um único irmão, Francisco Flávio Andriola Leite, agrônomo, com uma fazendinha em São Domingos, nas cercanias de Milagres, onde mora. É casado com Filomena Rodrigues Andriola, pais de Clarissa Rodrigues Andriola, recém-formada em Direito, em Juazeiro do Norte, fez e passou no exame da OAB; e Igor Rodrigues Andriola, cursa Direito também em Juazeiro do Norte.

 

Flaviano fez o primário e o ginásio na Escola Normal dona Zefinha Gomes, em Milagres.

 

Com 14 anos, sozinho, com lenço mas sem documento, com a coragem e a cara, foi para Recife em companhia de uma empregada da mãe, dona Vanda, morar no bairro de Espinheiro, em apartamento pequeno alugado. Seus pais incentivaram-no a estudar, não temeram por mandar um menor para o Recife, onde não tinham nem parentes nem conhecidos. O gesto poderia ser temerário, mas Flaviano tinha comportamento responsável. A empregada recebia a mesada, por vale-postal, nos Correios, para manutenção dos dois. Como menor, não poderia receber.

 

Fez o 2º. grau no União Colégio no Recife, que ficava em Boa Vista, estudando de manhã e de tarde, sem muito papo com os amigos. Não queria conversa, só estudar.

 

Terminou o 2º. grau com 17 anos e partiu para o vestibular antes de completar os 18 anos. O sonho que parecia impossível se realizou, pois passou no vestibular para a Faculdade de Medicina da UFP, na primeira tentativa.

 

Foram três anos praticamente sozinho. Mudou de apartamento, foi morar na Boa Vista. Quando completou os 18, passou a receber a mesada no Banco.

 

Nas férias de meio e de fim de ano, ia para Milagres, pela Viação Princesa do Agreste, que era chamada de Tristeza do Agreste, com 11 horas de viagem, com pinga-pinga. O desconforto era compensado.

 

De sua turma no Recife, lembra-se da Dra. Diana Pires, oftalmologista, que hoje mora em Brasília, e de Claudio Souza, cirurgião-vascular, também morador de Brasília.

 

Formou-se em agosto de 1990, fechou o apartamento, tomou o ônibus para Milagres, após a festa de formatura, onde passou dois anos morando na casa de seus pais, solteiro, fazendo clínica geral no Hospital xxxx, e também clinicando nas cidades vizinhas, Barro, Mauriti e Ipaumirim.

 

Foi em Ipaumirim, onde conheceu Débora Fernandes, filha de José Newton Fernandes e Maria das Neves de Assis Fernandes, ele era industrial, tinha uma usina de algodão, era líder político na cidade, tendo sido prefeito duas vezes. Dona Maria era do lar.

 

Casou-se com Débora em novembro de 1991, em Fortaleza, na Igreja Monte Líbano. O casal tem três filhos nascidos em Brasília: Clara Fernandes Andriola, 18, acabou de passar em Medicina no Uniceub; Carolina Fernandes Andriola, de 15; e Enzo Fernandes Andriola, de 10 anos.

 

Débora tem um irmão, Fernando Fernandes, empresário em Fortaleza, casado com Márcia, dentista, trabalha na Fábrica Fortaleza, de M. Dias Branco, pais de Lissa Fernandes, acadêmica de Medicina na UFCE; Yana Fernandes, acadêmica de Direito; e Maria Helena Fernandes, administradora, casada com Miraneudo Linhares Garcia, médico, em Fortaleza, também ex-prefeito de Ipaumirim, como o sogro, por duas vezes, pais de Raquel Fernandes, médica em Fortaleza; e Bruno Fernandes, arquiteto.

 

Em 1992, Flaviano veio para Brasília fazer Residência, na Clínica Médica do Hospital de Base, tendo como preceptor o Dr. Vilmar Guerra. Ato contínuo, ao terminar a primeira Residência, fez a segunda, em Cardiologia, tendo como preceptor o Dr. Sobral Neto. Guarda de recordação a amizade com Erivaldo Alves, ginecologista em São Paulo, e com Gláucio Nóbrega, gastroenterologista em João Pessoa.

 

Em 1996, foi procurar trabalho. Fez vários concursos, sendo aprovado para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 1996, e para a Câmara dos Deputados, 1997.

 

Como cardiologista, foi chefe do Serviço Médico do TSE, e, na Câmara dos Deputados, é médico urgentista, atuando nas Emergências.

 

Tem consultório privado e faz perícia judicial médica sob demanda.

 

No ano 2000, foi ao Recife para comemorar os 10 anos de formatura da turma de 1990.

 

Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, com título de especialista desde 1996 (JBSG).

 

 

 

 

 

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