Quinta, 24 Maio 2018

Edivaldo Ximenes Ferreira

Coronel Edivaldo Ximenes Ferreira (Fortaleza) – Preocupou-se com o futuro dos filhos

 

Edivaldo Ximenes Ferreira, nasceu em Fortaleza, em 8 de maio de 1937, na Avenida Joaquim Távora, estação terceira, ponto final da linha do bonde, que fazia o trajeto do centro ao final do bairro. Filho de João Ferreira Sobrinho, comerciante do ramo de secos e molhados, estabelecido exatamente no ponto final da linha do bonde, e de Filomena Ximenes Ferreira.

 

Com a morte prematura do pai aos 44 anos, ficou órfão aos dois anos, sem guardar dele a mais tênue lembrança. Na companhia de quatro irmãos, três homens e uma mulher, o mais velho com 10 anos e o caçula com seis meses, foram criados pela mãe que muito jovem ainda enviuvara (28 anos). A mãe dedicou-se inteiramente aos filhos e cumpriu heroicamente a tarefa a que se propôs, culminando com a formatura de todos eles.

 

Irmãos: Raimundo Ximenes Ferreira Neto, deputado eleito vereador com 18; Ezeida Ximenes Ferreira; José Edilson Ximenes Ferreira, capitão de mar e guerra; e Evaldo Ximenes Ferreira, vereador em Fortaleza, advogado e administrador do Partido Republicano (PR) do Acrio Moreira da Rocha.

 

Após a morte do pai, seu avô, coronel Atibone Ximenes, levou-os para morar em Sobral, onde ficou até os sete anos, retornando a Fortaleza com toda a família. Começou a estudar no grupo Escolar Visconde do Rio Branco, onde completou o curso primário, local em que sua mãe também trabalhava.

 

À época, ao terminar o primário, era necessário fazer o exame de admissão para cursar o ginasial; prestou exame para o Ginásio 7 de setembro e foi aprovado. Com o auxílio de uma bolsa de estudo, concedida pela Câmara Municipal de Fortaleza, por intermédio de seu irmão mais velho, à época eleito o vereador mais jovem, com apenas 18 anos, vereador Ximenes Neto, cursou todo o ginasial no estabelecimento situado na Av. do Imperador, onde teve a honra de ser aluno de um dos maiores educadores do Brasil, profº Edilson Brasil de Soarez.

 

Concluindo o Ginasial, fez concurso para a Escola Preparatória de Cadetes de Fortaleza (EPF), hoje Colégio Militar de Fortaleza (CMF). Terminando o curso na Escola Preparatória, seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende/RJ, onde fez parte da turma Marechal Rondon.

 

Divorciado, tem seis filhos homens, todos nascidos em Fortaleza e formados pela Universidade de Brasília (UnB), pois chegou a Brasília no ano de 1972 e não mais daqui saiu.

 

Em Fortaleza, todos estudaram somente no colégio Marista, de onde vieram transferidos (os mais velhos) e aqui, com os mais novos, continuaram os estudos no Marista. Do colégio Marista ingressaram na UnB.

 

Edivaldo Ximenes Ferreira Filho, biólogo, professor titular da Universidade de Brasília. Mestre e Doutor pela Universidade de Galway-Eire (Irlanda). Orientador do Curso de Mestrado e Doutorado da UnB. Diretor do Laboratório de Enzimologia (UnB). Cientista e pesquisador na Área de Enzimas. Casado com Valéria Rodrigues Ferreira, bióloga, servidora do STF, tem duas filhas: Tatiana Ximenes Ferreira e Juliana Ximenes Ferreira.

 

Valdir de Aquino Ximenes, médico pediatra com pós- graduação em Psiquiatria Infantil. Ex-diretor do Hospital Regional de Planaltina, vice-diretor do Serviço Médico do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Médico do GDF – HMIB e Adolescentro, e escritor. É casado com Cláudia Seixas Alves de Aquino Ximenes, advogada, funcionária do Senado Federal, tem dois filhos: Gabriel de Aquino Ximenes e Guilherme de Aquino Ximenes.

 

Sobrinho neto de Leonardo Mota, Valdir pertence à Associação Nacional de Escritores e à União Brasileira de Escritores. Participou das antologias Ibirapitanga, 1994, SEDF; Caliandra, Poesia em Brasília, 1995, André Quicé Editor; Poesia de Brasília, 1998; Poemas Parfa Brasília, 2004, ambas organizadas por Joany de Oliveira; Todas as Gerações: o conto brasiliense contemporâneo, 2006, organizada por Ronaldo Cagiano; O Homem Submerso, 1993; A Solidão da Carne, 1995, O Homem de Branco em Noite Escura, 2000; A Volúpia e as Algemas, 2004; O Quinto Livro, 2007; Contos da Vida Médica, 2009.

 

Marcelo de Aquino Ximenes, empresário no ramo de Telecomunicações. Divorciado, tem dois filhos: Caio Yokoy Ximenes e Henrique Eduardo Yokoy Ximenes.

 

Eduardo de Aquino Ximenes, biólogo, Mestre pela UnB e Doutor pela Universidade da Geórgia (EUA). Cientista e pesquisador, professor, orientador dos cursos de Mestrado e Doutorado da Universidade de Louisiania (EUA). Casado com Renata Pasini Ximenes, psicóloga, tem um filho: William Pasini Ximenes.

 

Daniel de Aquino Ximenes, sociólogo, Mestre e Doutor pela UnB, ex-diretor da Diretoria de Avaliação do Ensino (DIAVE), MEC. Atualmente diretor da Diretoria de Condicionalidade do Bolsa Família, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Casado com Júlia Malman Ximenes, advogada, diretora do Instituto de Direito Público (IDP), tem um casal de filhos: Tiago Malman Ximenes e Ana Beatriz Malman Ximenes.

 

Fabiano de Aquino Ximenes, engenheiro Florestal, Mestre e Doutor pela Universidade de Camberra (Austrália), concursado do Instituto Florestal da Austrália, onde mora há 12 anos. Cientista e pesquisador na área de mudança climática. Fez parte da descoberta de que o gás carbônico permanece na madeira por quase cem anos, o que corresponde ao ciclo da mudança climática, que contribui para o aumento da temperatura. Essa descoberta teve grande repercussão na Europa e principalmente na Austrália e nos Estados Unidos, que não assinaram o protocolo de Kyoto (Aquecimento Solar).

 

Além de atuar politicamente no Entorno de Brasília, procurando ajudar os que mais necessitam, colabora com a segurança, principalmente do lado goiano. Foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário do Novo Gama (GO) e com a Medalha do Mérito Legislativo de Goiás (Medalha Pedro Ludovico Teixeira) e recebeu o Diploma com Mão de Louvor da Câmara Distrital do Distrito Federal pelos relevantes serviços prestados a Brasília, depois de atuar como assessor parlamentar da Câmara Legislativa, integrado ao Cerimonial da Casa.

 

Atualmente se dedica também a ajudar a Casa do Ceará, com trabalho voluntário, ampliando cada vez mais as suas obras sociais. Como se pode deduzir, a grande colaboração que Edivaldo Ximenes deu a Brasília foi justamente por meio de sua prole, tão bem criada e orientada na vida. Como extensão dessa prole, estão onze netos, dos quais dois australianos e um americano. É o sangue Cearense se misturando com o de outras Civilizações. (EXF)

 

 

 

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