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Terça, 16 Outubro 2018

Antenor Fernandes Bezerra

Antenor Fernandes Bezerra (Nova Russas) – Um dos fundadores do PHS, presidente do Rotary Club da Ceilândia

 

 

Tudo começou em uma pequena cidade do interior do Ceará, chamada Nova Russas, onde Antonio Fernandes de Sousa e Francisca Bezerra Fernandes casaram-se e tiveram 19 filhos. Todos cresceram ajudando a família na agricultura e criação de animais

 

Antenor Fernandes Bezerra nasceu em 27/2/1957 como o sétimo filho. Em 1976, serviu o exército em Crateús-CE. No ano seguinte veio para Brasília. Em 1977, desembarcou trazendo apenas documentos, uma malinha com algumas roupas, carne-seca e feijão de corda dentro de um surrão (saco feito de palha de carnaúba).

 

Começou a maratona pelo primeiro emprego e o estudo em uma escola pública no Guará I, onde concluiu o ensino fundamental. Fez o ensino médio no Centro Educacional Compacto. Em 1991, ingressou na Faculdade de Educação Teológica Cristã (FETEC) e graduou-se em Teologia.

 

Em 1983, após dois anos de namoro por cartas, casou-se com Marlene Aurélio Soares Bezerra e teve três filhos: Kellyane Aurélio Bezerra, licenciada em Letras; Raphael Aurélio Bezerra, dentista e policial militar do DF; e Jéssica Aurélio Bezerra, estudante de Medicina.

 

Lutou pelas “Diretas Já” e representação política para Brasília. Integrou o MDB em Ceilândia e foi um dos fundadores do PMDB no DF e 1º tesoureiro do partido em Ceilândia. Em 1989, foi candidato a deputado distrital.

 

Com assessoria do advogado Osmar Alves de Melo, fundou a Associação de Moradores em cada quadra do Setor P Sul, na Ceilândia. Formaram a base da prefeitura comunitária do Setor P, existente até hoje. E depois, com Miguel Machado Portela, criaram outras associações.

 

Eleito por dois mandatos para representar os pais dos alunos no Centro de Ensino Fundamental 2 de Ceilândia-DF, conseguiu firmar convênio com o Centro de Línguas da cidade, levando 153 alunos selecionados para matrícula nessa escola de idiomas.

 

Tornou-se associado do Rotary Club de Ceilândia, assumindo a presidência da instituição em 2007/2008, onde implantou método de alfabetização com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF). Foram treinados gratuitamente dezenas de professores da rede pública de ensino.

 

Em campanha de arrecadação de livros, fez doação para a biblioteca da pastoral da criança do Setor QNR de Ceilândia. Em parceria com a rede de supermercados Comper, entregou toneladas de alimentos e agasalhos às comunidades carentes de Ceilândia.

 

Fundou o diretório do MDB em Ceilândia e lutou pela eleição para governador, senador e deputado federal e pela eleição direta para presidente da República. Fundou o grupo Pró-Brasília, que preparou um plano de governo e apresentou-o para o candidato ao Buriti, Osmar de Melo. Mas o cargo ficou com José Aparecido de Oliveira. Em costura política, Osmar de Melo foi para a Secretaria de Serviços Sociais e nomeou Antenor para ocupar um cargo na secretaria.

 

Nesse tempo, foi eleito vice-presidente da Associação dos Servidores da Fundação do Serviço Social do DF, duas vezes, o único funcionário comissionado a representar os servidores de carreira da Fundação e do GDF àquela época. Aí teve a ideia de fundar a Federação das Associações de Servidores Públicos do DF (FASP) e União, congregando mais associações do que a CUT reunia em sindicatos.

 

Atuou na indicação do primeiro administrador de Ceilândia que fosse morador da cidade, quando concorriam o professor Ilton Mendes e o advogado José Oscar da Silva. O primeiro foi indicado a administrador, e o segundo, presidente da Ceasa.

 

Em 1990, candidatou-se a deputado distrital na primeira eleição à Câmara Legislativa, em parceria com Osmar de Melo, candidato a deputado federal. Nenhum foi eleito.

 

Continuou atuando política e comunitariamente. Em 2008, militante do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), foi convidado e assumiu a presidência regional do partido até 2010.

 

Ao assumir o cargo, o partido não contava com a possibilidade de apresentar ao menos 10% do número necessário de candidatos à eleição de 2010. Mobilizou os setores organizados da sociedade e, na data das convenções partidárias, conseguiu mais de cem candidatos para menos de 40 vagas. Consciente da possibilidade de eleger pelo menos um candidato a distrital, foi contra a coligação com o PPS. A maioria defendeu a coligação e foram eleitos dois deputados distritais e o primeiro suplente do PPS. Poderia ter sido eleito um distrital do PHS.

 

Lado a lado com a política, em 1991 instalou uma loja de confecção, e sua esposa, com competência, assumiu a direção e hoje vivem em grande parte dessa renda. (LJMJ)

 

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