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Sábado, 18 Agosto 2018

João Vicente Feijão

João Vicente Feijão (Sobral), servidor, empresário, administrador, poeta e compositor

Servidor, empresário, administrador, poeta e compositor

O Agrônomo João Vicente Feijão Neto,nasceu em 12 de setembro de 1942 em Fortaleza. Já nos primeiros dias foi levado para Sobral onde a ancestralidade da família Guimarães Feijão, a exemplo de outros açorianos, se fixaram a partir de 1698.

A cronologia Sobralense, trabalho coordenado pelo padre Francisco Sadoc de Araújo,registra os octavós,os heptavós,hexavós,pentavós,tretavós,os bisavos gravados nos anais dos batistérios da Arquidiose de Sobral desde os séculos XVII,XVIII,XIX e XX.

De lenda a historia comprovada, a origem das sete principais famílias sobralenses e o entrelaçamento entre elas,numa região de vales férteis,planície de pastos fartos e serras ubérrimas. Vivificaram a formação de um núcleo de civilização agropastoril que muito cresceu e se desenvolveu.

Em criança,João Vicente ouvia um tipo popular que pedia esmola sempre contando a mesma historia – “Que a riqueza é como sangue,precisava circular. Se ela se acumulasse toda num lugar,não haveria prosperidade e finalizava dizendo que a moeda era redonda para rolar e correr.”

Tal assertiva foi aos poucos esquecida da primeira linha de sua memória, mas não foi apagada.

O Jovem João Vicente viveu seus primeiros vinte anos de existencia junto aos seus pais Manoel Elísio e Maria Regina. Estudou no Colégio Sobralense, e acompanhou o crescimento do parque industrial da cidade, diversificado em fabricas de tecidos,usinas, de sabão,e óleos vegetais,laboratórios de medicamentos, e fabricas de bebidas e refrigerantes.- Afora a matriz do Banco de Credito Popular S/A. –

Em 1962 passou a residir em Fortaleza para concluir seus estudos e cursar a universidade.

Alem de estudar em bons colégios e freqüentar a Juventude inquieta de Fortaleza,João Vicente estudou no centenário Liceu de grandes e notáveis mestres. Matriculo-se no curso preparatório de cadetes do coronel Carvalhedo e fez o CPOR saindo oficial da reserva do Exercito Brasileiro.

Viveu e conviveu com os anseios e problemas da Juventude cearense intelectualizada. Participou de grupos que discutiam os graves desacertos da política Nacional e seus reflexos nas economias dos estados nordestinos.

Aprovado no vestibular da Escola de Agronomia do Barro Vermelho formou-se em engenharia Agronômica da Universidade Federal do Ceará em 1965. No inicio de 1966 foi trabalhar no Estado do Rio Grande do Norte,onde morou por 10 anos.

Casou-se em 06 de julho de 1966,com Vania Maria Bastos Linhares,Administradora de Empresas,Cearense,filha de José Maria Girão Linhares e Vandete Bastos Linhares,prima do Padre José Linhares e parente de Blanchard Girão.

A Chapada da Apodi nunca foi uma barreira e sim um ponto de encontro de união para a solução de problemas de uma economia agrária que estrangulava a renda dos pequenos Agricultores do Estado do Rio Grande do Norte e do Ceará.

Passou a lecionar na Escola Superior de Agricultura de Mossoro – ESAM – sendo professor fundador da Instituição.

Em 1972, foi secretario Executivo da Associação Nordestina de credito a Assistencia Rural – Ancar e 1974/75 Diretor de crédito do Banco de Desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Em 1974 seus pais e irmãos menores chegaram em Natal onde estudaram,se formaram,casaram e a maioria ainda reside na Capital potiguar até hoje – E ali se criou um novo núcleo de família da Justa Feijão.

Em 1975.convidado para trabalhar na recém criada Empresa Brasileira de Assistencia Rural – Embrater,mudou-se para Brasília. Em 1977 fez seu curso de pós graduação em Economia Rural no grau de Magister Scientie na Universidade de Viçosa –MG. Defendeu a tese sobre o comportamento da Renda dos Pequenos agricultores do Rio Grande do Norte – Sua tese foi resultado de uma longa experiência que começou observando os problemas da Chapada do Apodi entre a fronteira do Ceara e Rio Grande do Norte.

O Ministro da Agricultura da Época, o gaucho Luis Cisne Lima o nomeou para o sistema de Serviço Nacional de Formação profissional SENAR – Exerceu o cargo de Superintendente Adjunto da Zona Franca de Manaus. Assessorou as Mesas da Camara Federal e do Senado,entre inúmeros outros cargos relevantes.

Exerce desde 2001 – a Superintendência da Federação do comercio do Distrito Federal.

Exerceu altas funções nos mais diversos órgãos do Governo Federal. Prestou seus serviços aos Governos Estaduais na qualidade de consultor,analista pesquisador e executivo de alto quilate. João Feijão se fez conhecido e reconhecido principalmente na área de Economia Rural

Entre os títulos e honrarias que fez jus,destacamos: Comenda do ordemdo Mérito do Trabalho no Grau de Oficial,Medalha do Mérito da Universidade Federal do Espírito Santo: cidadão honorário do Município de Natal (RGN. Medalha do Mérito Floriano Peixoto do Estado de Alagoas e outras tantas de significativo valor.

Tem publicado vários trabalhos de pesquisa de campo,principalmente sobre ovinos e caprinos e seu processo de adaptação nas áreas do semi-arido Nordestino.

É também poeta,cantador das cantigas do Nordeste e um batalhador para quê seja preservado o uso e os costumes dos vaqueiros Nordestinos que são acima de tudo,heróis da luta pela sobrevivência em campos tão adversos.

Embora ausente de sua Terra é um defensor apaixonado das serras e dos Vales férteis,das planices de pastos fartos. Das bacias do Acaraú e do Aracatiacu. Das ovas decamuripim,na boa cachaça, da palma da Carnauba e da autentica carne seca do Sertão Cearense.

Tem Diversos DVD’S de Música suas e diariamente a TV de fortaleza abre sua programação com música e versos da dupla Ministro Ubiratan Aguiar e João Feijão Neto. Herdou de sua mãe o gosto da poesia e musica.

“Como é seca e árida a vida sem poesia” (JCSF)

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