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Sábado, 18 Agosto 2018

Francisco Hermógenes de Paula

Conselheiro Francisco Hermógenes de Paula (Senador Sá) – Depois de Fortaleza, Nova Nova Iorque, Rio de Janeiro e Brasília

 

Francisco Hermógenes de Paula nasceu em Pitombeiras, na casa dos avós maternos, hoje Senador Sá, em homenagem ao Ministro da Viação e Obras Públicas, Francisco Sá, uma microregão de Sobral, a 297,3 km de Fortaleza, em 19 de abril de 1925, filho de José Nicodemos de Paula e Maria Gomes de Paula, tendo como avós paternos, Joaquim Lopes de Paula e Maria Alberto Carneiro, e maternos, Marçal Ferreira Gomes e Barbara Carneiro Gomes. Francisco não conheceu os avós paternos, mas tem grata recordação dos maternos.

 

Teve cinco irmãs, das quais sobrevive apenas uma, Zeneida de Paula, divorciada, que mora em Fortaleza/Ceará, e quatro irmãos, três falecidos. Sobrevive José de Paula, casado, aposentado do INSS, e que mora em Vitória/Espírito Santo. Da família, Francisco é o primogênito.

 

Até os nove anos, viveu no povoado de Tucunduba, perto da antiga Pitombeiras, onde seu progenitor, José Nicodemos, homem rude, de pouca instrução, mas de caráter reto, possuia uma pequena mercearia (bodega) e algumas cabeças de gado. Fazia negócio com seu compadre, Hermano Frota, padrinho de Francisco e o maior comerciante de Pitombeiras.

 

Francisco foi alfabetizado por uma parenta e professora da roça, Osmarina Carneiro, em Tucumduba. Seus avôs maternos tinhan um sítio chamado Boi-Manso, perto desse povoado, ao lado de um açude, onde Francisco passava temporadas. Foram tempos de deleite puro e de despreocupação..

 

Um belo dia seu pai recebeu a visita, no inteior, de seu irmão, mais moço, Carlos de Paula, o mais instruído da família, que, em Fortaleza, exercia o cargo de guarda-livros (contador) de uma das maiores firmas da capital. Carlos de Paula aconselhou o irmão mais velho, José Nicodemos, a mandar o filho Francisco estudar em Fortaleza. Assim, com a ajuda do padrinho Hermano Frota, Francisco deixou os pais no interior e seguiu de trem para Fortaleza, onde foi recebido de braços abertos por tia Laura, em sua casa, na rua São Paulo, centro da cidade. Tia Laura, casada, com filhos, era irmã de Carlos de Paula e José Nicodemos. Em sua residência, moravam também, além do Carlos de Paula outro irmão dele, Antonio Sabino, ambos ainda solteiros, e outros parentes. Era uma casa cheia, ambiente amistoso de república.

 

Beirando os dez anos de idade, Francisco sofria a ausência dos pais, apesar do amor de sua tia Laura, e enfrentava árdua luta pelo saber. Seu dedicado tio Carlos o matriculou, logo ao chegar a Fortaleza no Colégio 7 de Setembro do Dr. Edilson Brasil Soarez, então na rua Joaquim Távora, e lá fez o primário e logo o ginasial. A essa altura, o 7 de Setembro já funcionava na rua Floriano Peixoto, duas quadas da Praça do Ferreira..

 

Após um ano de vida sem os pais, Francisco se alegrou com a notícia de que seus genitores estavam deixando o sertão e vindo morar em Fortaleza e trabalhar para os outros dois irmãos, Carlos e Antônio Sabino, num armazem que possuiam na rua José Avelino, negócio de exportação de peles e cera de carnauba. A seu pai tocava o trabalho mais pesado, lavar com sal e estender peles na rua, ganhando pouco que mal dava para o sustento da família, pagar aluguel e despesas com os estudos dos filhos. Foram tempos difíceis.

 

Não obstante, a vida continuava. Francisco terminou com êxito o ginasial no 7 de Setembro e concluiu o curso científico no Colégio Estadual do Ceará (Liceu). Seu ideal era entrar para a faculdade de medicina, porém seu pai não tinha recursos para enviá-lo a Salvador/Bahia, e ali estudar medicina. No último ano do curso científico, fez também o Tiro de Guerra para obtenção do certificado de reservista.

 

A essa altura, algo excepcional aconteceu. Estavamos ainda na II Guerra Mundial. Os americanos tinham construido duas bases militares em Fortaleza , Um belo dia, passando pela Praça do Ferreira, Francisco, numa feliz coincidência, deparou-se com um oficial americano, que procurava ajuda para comprar um instrumento musical – um violão. Já arranhava um pouco de inglês e se propôs ajudá-lo. De fato, a ajuda foi eficaz. Indagou do militar que ele fazia na base. Disse que era o comandante de uma das bases americanas – o Adjacento Field. Francisco perguntou sobre a possibilidade de emprego na base. Ele simplesmente disse: “Se Vc. quer um emprego, venha comigo,” abrindo a porta do carro. Francisco, contente, seguiu com o comandante. Ao chegar no portão da base, o comandante chamou um guarda americano e ordenou que convocasse o chefe dos interpretes para atender Francisco e designá-lo para servir, como interprete, na recepção do Quartel-General.

 

A situação econômica precária , por que passava a família de Francisco, naquele momento, ficou aliviada com seu primeiro emprego. A Providência ajudou mais ainda. O filho Francisco, logo em seguida, conseguiu emprego na base para seu progenitor, para trabalhar como assistente de almoxarife, ganhando mais do que lhe pagavam seus irmãos no armazém.

 

Essa situação perdurou durante dezoito meses. A II Guerra Mundial estava a terminar, em 1945. Os norte-americanos, após a guerra, entregaram a base aos brasileiros e se retiraram. Francisco fez boa amizade com os militares americanos, oficiais superiores e subalternos, inclusiva com o Cônsul americano que frequentava assiduamente a base e chegou, na ocasião, a convidá-lo para trabalhar no Consulado. O comandante da base, ao final, condecorou Francisco com uma Medalha ao Mérito por bons serviços prestados, fornecendo-lhe ainda carta de recomendação, que foram muito úteis quando Francisco, dentro de pouco tempo, ingressava nos Estados Unidos, com visto de imigrante.

 

Encerradas as atividades na base americana, Francisco declinou o convite do Cônsul americano para trabalhar no Consulado e preferiou um emprego numa empresa multinacional, também americana, The Sydney Ross Company, produtora e vendedora de produtos farmacêuticos. Após um ano e pouco nessa companhia, surgiu uma melhor oportunidade: trabalhar como intérprete a bordo de navios americanos que atracavam ao largo no porto de Fortaleza, servindo de ligação entre a estiva e o pessoal de bordo, nas atividadew de carga e descarga. Era empregado da importante empresa Boris Frères & Cia, que ainda hoje existe, agentes de navios estrangeiros e serviço de cabotagem.

 

Após alguns meses de trabalho para Boris Frères, cujos donos eram dois irmãos de origem francesa, judeus, Joe e Bertrand Boris, este, pessoa erudita e Cônsul honorário da França em Fortaleza, Francisco teve a idéia de escrever uma carta diretamente ao presidente da importante empresa americana Moore McComick, de Nova York, dona dos principais navios que tocavam em Fortaleza e nos quais ele, Francisco, prestava serviço a bordo. Na carta, o missivista audaciosamente solicitava a ajuda do presidente para favorecer-lhe uma pasagem gratis ou com desconto de Fortaleza a Nova York em um de seus navios. A resposta não tardou e foi positiva, autorizando o agente Boris Frères, se de acordo, a dar um desconto de 50% no preço da passagem. O agente concordou. Assim, Francisco economizou cerca de US$300,00, justamente o valor que sobrou para ele levar consigo em sua viagem a Nova York.

 

Vencida essa etapa, Francisco recorreu ao Cônsul americano e dele conseguiu o prometido: uma bolsa de estudo para aperfeiçoar seu inglês no City College em Nova York, e mais um visto de imigrante. Os pais de Francisco, com relutância, concordavam com sua ida, mas os demais familares, tios e tias se opunham a essa viagem arriscada. O destino estava traçado.

 

Com a idade de 22 anos, com fé e esperança, Francisco zarpava, em 19 de agosto de 1947, do porto de Fortaleza, a bordo do S/S New Rochelle Victory, antigo navio de guerra americano, transformado em navio de carga e passageiro, com 12 camarotes, com destino a Nova York e escalas para receber cargas em Tutóia, Rio Grande do Norte, Guiana Inglesa e Port of Spain Foram 17 dias de viagem. Eram só dois passageiros, no mesmo camarote, Francisco e sr. Jost Rovel, de origem holandeza, importante exportador de peles e carnauba, com sede em Recife.

 

Ao chegarmos em Nova York em 4 de setembro de 1947, atracamos no cais da rua 31, em Manhattan. Como Francisco tinha visto de imigrante, foi levado para o edifício da imigração na Ellis Island, ao lado da Estátua da liberdade. Lá permaneceu uma semana, esperando ser chamado perante uma comissão de imigração para revalidar ou negar o visto. Chegado sua vez, Francisco apresentou às autoridades seu passaporte com o visto de imigrante e também a carta de recomendação e a medalha de mérito por bons serviços prestados, recebidas do comando da base americana em Fortaleza. Isso foi o suficiente para considerarem Francisco bem-vindo à terra do Tio Sam.

 

Estava liberado. A Moore McComick ofereceu transporte para hotel ou residência. Francisco, sem saber para onde ir, apenas pediu que o deixasse numa praça mais próxima, que seria, soube depois, a Union Square na rua 14. No trajeto do cais à praça, aconteceu algo extraordinário. Olhando para a rua, Francisco vislumbrou e reconheceu a figura do Sargento Bernando, seu conhecido da base em Fortaleza, que passava ao largo, em traje civil. Tinha dado baixa do exército americano e estava de folga naquele dia. Exercia então a profissão de chofer de ônibus da cidade, contou depois. Para Francisco, esse fato representava uma tábua de salvação.

 

Bernando, de origem turca, surpreso , recebeu Francisco muito bem. Levou-o a sua residência, um apartamento perto da redondeza, onde morava com o pai, pessoa idosa, bastante doente. Excusou-se por não poder acolhê-lo no seu pequeno apto. Mas se dispôs a ajudá-lo a encontrar um quarto de pensão alí por perto. De fato, na rua 12, entre a segunda e terceira avenida um quarto de pensão foi encontrado, no terceiro andar, prédio sem elevador, com espaço apenas para a cama, aluguel semanal de US$10 dólares. Francisco não perdeu tempo. Por indicação de Bernardo, logo no dia seguinte, registrou-se numa agência de emprego. Disse, mentira branca, ter experiência de garçon. Três dias depois estava empregado numa lanchonete – Nedic’s, servindo suco de laranja, cachorro quente, salgadinhos, localizada numa esquina da Broadway, há duas quadras da Time Square . Salário quinzenal de US$l70.00.

 

Um fato pitoresco: Logo na primeira semana de trabalho, passeando pela Broadway, o companheiro de viagem, Sr. Jost Rovel, muito surpreso, depara-se com Francisco na lanchonete, de vental branco, servindo suco de laranja e cachorro quente. Não quis acreditar no que via. Aproximou-se do balcão, pediu suco e, querendo ser gentil, deixou de gorjeta uma cédula de cinquenta dólares. Francisco alertou que era proibido receber propina e mostrou uma tabuleta “NO TIPPING” na parede e que no próprio avental, não havia bolsos. A contragosto, sr. Rovel recolheu a cédula que queria deixar como gorjeta.

 

Nesse meio tempo, Francisco não descurava dos estudos. À noite, estudava inglês no City College, a bolsa de estudos doada pelo Cônsul americano em Fortaleza. Ao mesmo tempo, cursava numa High School no Harlem, bairro só de pretos em Nova York, algumas matérias complementares e exigidas para ingressar, se possível, na faculdade de medicina. Perdurava ainda o desejo de estudar medicina.

 

Logo nos primeiros dias em Nova York, Francisco teve uma visão em sonho. Nunca foi de sonhar muito. Ouvia uma voz que dizia...chegou à terra de Canaã. Isso, por incrível que pareça, deu a Francisco muito ânimo de prosseguir avante.

 

E assim foi. Logo em seguida conseguiu um emprego mais remunerativo num grande hospital judáico, Bethlem Hospital, perto de sua moradia, para exercer o cargo de auxiliar de almoxarife, porém num horário exquisito: das 03h00 às 14h00. Por um lado, isso facilitava o melhor aproveitamento do tempo para estudar. O almoxerife chefe chegava ao trabalho às 08h00. Um dia, por pouco, quase encontra o almoxarifado completamente alagado de leite. É que Francisco atrasou meia hora para chegar ao trabalho e os fornecedores de leite, legumes, mantimentos, em fila, estavam impacientes para entregar logo seus produtos. Com a pressa, seis bujões de leite, 300 litros, mal colocados no carrinho de roda, tombarom, entornando todo o leite dentro do almoxarifado. Francisco se viu em aperto, para limpar todo o leite derramado. Salvou-o a médica de plantão, coração de bondade, que tudo presenciou e viu a aflição de Francisco. Tranquilizando-o, disse que ia providenciar um novo pedido de leite.

 

Enquanto trabalhava no hospital, Francisco foi informado que havia Consulado brasileiro em Nova York, e para lá se dirigiu a busca de oportunidade de emprego. Foi recebido pelo então Cônsul Roberto Campos, jovem na carreira, que informou não haver, naquele momento, possibilidade de emprego no Consulado. Mas deu uma dica. Uma recém instalada, na cidade, repartição do governo brasileiro –Delegacia do Tesouro Brasileiro, que antes tinha sede em Londres, eventualmente poderia haver vaga. Imediatamente, Francisco se dirigiu àquela Delegacia, localizada no Rockefellar Center, onde foi recebido pelo vice-delegado, na ausência do titular, Mário Câmara, antigo governador do Rio Grande do Norte. Por sorte, o substituto do delegado era um cearense, Moacyr Sabóia dos Santos, antigo chefe da alfândega no Rio de Janeiro. Francisco pleiteou um emprego e Moacyr respondeu que estavam precisando de um datilógrafo, mas antes o interessado teria de submeter-se a um teste, se aprovado, talvez o Delegado, no seu regresso, pudesse contratá-lo. Francisco fez o teste confiante, pois havia treinado bastante datilografia na base militar americana em Fortaleza. O resultado do teste foi positivo e o delegado substituto se comprometeu a tratar do caso com o titular do posto e que dentro de uma semana informaria algo. De fato, dentro de poucos dias Francisco foi convocado à Delegacia e recebeu a grata notícia de que estava contratado.

 

A partir desse momento, a vida de Francisco mudou muito e para melhor. Foi lotado numa seção para assesorar duas ilustres figuras: Vianna Moog, gaúcho, escritor e fiscal de consumo, e Gladstone Rodrigues Duarte, cearense, fiscal de consumo. O ambiente era o melhor possível, dispunha de mais tempo para estudar e o ideal, sempre latente, de cursar uma faculdade de medicina aflorou com força. Francisco chegou a ingressar no próprio City College e concluir o primeiro ano de medicina, mas barraram no segundo, pois exigiam que o aluno dispuzesse de tempo integral. Mas a essa altura, vivia muito melhor, residia numa esplêndida instituição, The International House of New York, legação do mecenas norte-americano John Rockefellar, uma bela estrutura no coração de Manhattan, ao lado da Columbia University, com capacidade de acolher mil professores e estudantes universitários estrangeiros, principalmente.

 

Francisco trabalhou para a Delegacia doTesouro Brasileiro quatro anos, de 1948 a 1952. Tomou conhecimento que como contratado do Consulado poderia ir ao Rio de Janeiro por conta própria, sem perder a remuneração, e tentar fazer o exame vestibular para o Rio-Branco. Porém, se fosse reprovado em alguma prova, teria 10 dias para regressar ao posto ou perderia o emprego. Por uma feliz coincidência, o chefe de Francisco, o Delegado Mário Câmara e o Cônsul-Geral em Nova York Jacome Berenguer Cesar eram muito amigos. E ainda por interseção de outras pessoas queridas, Francisco foi transferido, de comum acordo, em 1º. de fevereiro de 1952 da Delegacia para o Consulado, onde trabalhou mais cinco anos, depois, a pedido, foi transferido para o Consulado em Miami, lá permanecendo dois anos, quando foi realizado o segundo concurso direto para a carreira diplomática, em 1955. Autorizado, foi ao Rio para fazer o concurso, três meses de prova, uma prova por semana, cada prova eliminatória. Foi uma luta árdua, mas compensadora, Francisco ficou entre os 21 aprovados, no concurso ao qual concorreram mais de dois mil candidatos.

 

Homologado o concurso em junho de 1955, Francisco foi designado para o cargo de Cônsul de terceira, cargo inicial da carreira diplomática. Concluido o estágio regulamentar na Secretaria de Estado, inclusive o Curso Superior de Aperfeiçoamento para diplomatas, do Instituto Rio-Branco, foi removido em 1957 para sua primeira missão diplomática no exterior, Embaixada em São Domingos, República Dominicana.

 

Antes de partir para o exterior, Francisco contraiu matrimônio em 11 de outubro de 1957, no Rio de Janeiro, com Erotildes Ribeiro de Paula, goiânia, com a qual teve duas filhas, Patrícia e Tânia. Patrícia nasceu em São Domingos e Tânia, em Fortaleza, quando os pais estavam a caminho do novo posto diplomática em Gotemburgo, Suécia. Fizeram cursos universitários de idioma no exterior e se formaram na Universidade de Brasília, Patrícia em administração e Tânia, em ciências sociais. Ambas são casadas e independentes.

 

Ciente que as promoções na carreira diplomata eram lentas e dependiam quase sempre de “pistolão”, Francisco optou por permanecer mais tempo no exterior. Não enjeitava posto, tanto assim que serviu em nove embaixadas, quase sempre como Encarregado de Negócios (São Domingos, República Dominicana, Rabat, Marrocos, Quito, Equador. Port-of-Spain, Trindad e Tobago. Abidjan, Costa do Marfim, Âncara, Turquia, Accra, Gana, Dacca. Bangladesh, Porto Principe, Haiti e oito consulados, também quase sempre como chefe ou encarregado (Nova York, USA, Miami, USA, Gotemburgo, Suécia, Marselha, França. Montreal, Canadá, Toronto, Canadá, Gênova, Itália, Artigas, Uruguai.

 

Apesar do sistema de “pistolão,” que Francisco não possuia, suas promoções a primeiro secretário e a conselheiro foram por merecimento. Certa vez, o Ministro das Relações das Relações, Antônio Francisco Azeredo da Silveira se excusou perante ele em promover um diplomata mais novo, a pesar de Francisco ser o primeiro da lista para promoção, alegando que ele Francisco “andava de ceca e meca”, isto é, estava sempre em postos no exterior.

 

Dados acadêmicos que possui: Cursos de extensão universitários em Relações Internacionais, Economia, Administração e Línguas (espanhol, francês, inglês) nas univeridades de São Domingos, República Dominicana, de Marselha, França, de Montreal – “McGill” e Concordia Universities. Curso da Escola Superior de Guerra, Bacharel em Direito (FHP).

 

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