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Quinta, 16 Agosto 2018

Augusto César de Lima Santos

Augusto César de Lima Santos (Crato) o cearense que fez da humildade a sua escada para chegar e vencer em Brasília

O cearense que fez da humildade a sua escada para chegar e vencer em Brasília

 

Augusto César de Lima Santos nascido em Crato em 17 de março de 1963, fez da humildade, do trabalho e da determinação a sua escada para chegar e vencer em Brasília.

 

Filho de João Lima Santos, nascido em Caxias, no Maranhão , onde trabalhou no Banco do Brasil AS, vindo posteriormente ser transferido para o Estado do Ceará, trabalhando no Crato, sua segunda terra natal e Iguatú, e de Raimunda Silva e Santos – D. Natinha. A família é maranhense de origem, mas essencialmente cratense.

 

João Lima e D. Natinha casaram em Caxias e lá tiveram os seguintes filhos:

 

Eline, médica veterinária, falecida, deixou uma filha, Larissa, publicitária residente em Fortaleza, atualmente participando de um programa de intercambio na Ucrânia;

 

Pedro Antonio, professor e arquiteto, atualmente aposentado, tendo ministrado aulas na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, casado, duas filhas, Mariana, arquiteta e professora do Instituto Federal Técnico do Tocantins, morando em Palmas, e Joana, socióloga, professora da Universidade Federal de Juiz Fora MG, morando em Juiz de Fora;

 

Danilo, bancário do Banco do Brasil, falecido,tomou posse no BB em Uruaçu:GO, mudou-se para Brasília, tendo deixado os filhos Márcia, que reside em Brasília sendo funcionária do BB, Cintia, jornalista e advogada que mora e Buenos Aires, Lara , formada em Direito, funcionaria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Danilo Filho, Igor e Iuri, estes nascidos no Paraná, quando lá serviu pelo BB;

 

Célia Maria, engenheira florestal, residente em Fortaleza, não tem fllhos e cuida de D. Natinha, hoje com 87 anos, padecendo das doenças da velhice;

 

João Filho, administrador de empresa, trabalhando na Petrobrás Distribuidora, em Fortaleza, com os filhos, Ingrid, economista, assessora do deputado Marco Cals na Assembléía Legislativa, Thiago, dentista e Felipe, economista do Banco do Nordeste do Brasil;

 

Ana Maria, geóloga e professora universitária na Estadual da Bahia e em universidade privada, morando em Salvador e tem uma filha, Luanda, advogada;

 

Luis Carlos, tecnologista da Informação que trabalha no Governo do Estado do Ceará, em Fortaleza, tem uma filha, Lívia,terminando o curso básico;

 

Raimunda Maria, coordenadora educacional do Colégio Santa Cecilia, em Fortaleza,não tem filhos.

 

Tasso Américo, designer de móveis que ainda mora no Crato, fez uma casa na subida do Lameiro, a casa serve de ponto de apoio para os irmãos que vão ao Crato matar a saudade dos amigos que lá deixaram , tem duas filhas, Ana Cecília, formada em nutrição, e Ana Clara,que está no o ensino médio, e

 

Augusto César, advogado em Brasília.

 

Em 1959, quando vieram de Caxias para o Crato , a família inicialmente morou na rua Monsenhor Esmeraldo, depois “Seu” João construiu uma casa na rua Nélson Alencar. Com o magote de filhos, veio a também a vovó Ana Amélia, mãe de D. Natinha.

 

No Crato nasceram os últimos três filhos: Márcia, falecida, Tasso e Augusto

 

João Lima , no Crato, foi bem aceito e sempre festejado por seus novos colegas em especial pela turma do Banco do Brasil AS, no Crato ‘Seu’ João participou ativamente de atividades nos clubes sociais, podendo se destacar: Lyons Club; AABB; Granjeiro; Crato Tenis Clube e Itaitera Clube.

 

Augusto Lima começou o curso primário no Colégio Diocesano, dirigido por Monsenhor Francisco de Holanda Montenegro, que chamava todos os meninos de “Zezinho”.

 

Em 1970 João Lima foi transferido para a agencia do Banco do Brasil de Iguatu, onde Augusto concluiu o curso primário no grupo escolar Carlos Gouvea.

 

Em 1974,com o prematuro falecimento do Sr,João LIma , aos 51 anos, foi um duro golpe para a família que voltou para o Crato, já que era planos da família voltar para o Crato com a aposentadoria de João Lima, que teria ocorrido naquele ano de 1974.

 

D. Natinha tratou de cuidar mais intensamente dos filhos e de encaminhá-los para o futuro.

 

Augusto voltou então para o Colégio Diocesano para fazer o ginásio, reencontrando o grupo de amigos constituído no curso primário: Claudio Roberto, Valdemir Filho, Juarez Filho, Ana Cristina, Ana Hygea Abath, Fafá Brito, Vicente Bezerra, Inácio Filho, dentre tantos outros.

 

Em 1979, na luta pela sobrevivência e busca de espaço para inserção social, a família transferiu-se para Fortaleza, mas os filhos mais velhos já havia se espalhado pelo mundo: Eline foi para Vitoria/ES, Pedro, para Brasilia/DF; Danilo fez concurso para o Bancodo Brasil e foi para Uruaçu/GO, Célia foi para Belo Horizonte; Ana e Raimunda foram juntas para João Pessoa-PB, Luis no Rio de Janeiro e João Filho para Campina Grande PB,

 

“Foi uma diáspora que nos marcou muito. Todos sofremos com a separação mas não tínhamos alternativas, o destino naquele momento nos separou para que hoje fossemos mais unidos. Eu e Tasso acompanhamos mamãe que se mudou para Fortaleza, indo morar na rua Marcondes Pereira , no Dionísio Torres.

 

Augusto retomou os estudos inicialmente no Farias Brito, depois no Cearense, onde terminou o ensino médio.

 

Em 1984, entrou na Unifor, para fazer Direito.

 

Em 1986, trancou a matrícula na Unifor e veio para Brasilia para estagiar na Diretoria Jurídica do extinto Banco Nacional, com Mauro Rios,que era Diretor Regional. O Banco contratava grandes bancas de advogados, no processo natural de terceirização, e lhe coube fazer os encaminhamentos e obter respostas para o Diretor Regional. Sentiu porém que se o diploma na mão não poderia progredir, tendo então retornado a Fortaleza para concluir o curso de direito, formando-se em dezembro de 1988.

 

Em janeiro de1989 estava de volta Brasília – já advogado, trazido pelo deputado cearense, Raimundo Coelho Bezerra , nascido em Crateús, mas radicado no Crato, onde escreveu o seu nome em ações de saúde. Raimundo o colocou na Assessoria Jurídica da Câmara dos Deputados , que coletava as prestações de contas das subvenções sociais dos deputados , que eram analisadas e encaminhadas para a Controladoria Geral da Câmara dos Deputados e depois submetidas ao Conselho Nacional do Serviço Social para aprovação. “Foi um trabalho gratificante, pois aprendi muito, confessa Augusto. Vi que os deputados, muitas vezes se empenhavam em gastar o dinheiro público subsidiando instituições prestadoras de serviços sociais por todo o País”;

 

Quando saiu da Câmara dos Deputados, Augusto trabalhou por dois anos no escritório de Osmar Alves de Melo,com a prima dele,Maria Dionne Araújo Felipe. Depois, ele e Dionne montaram escritório próprio. Nesse período iniciou sua advocacia empresarial, com a Sasse, responsável pela área de Brasilia, Tocantins e Goiás, por dez anos. Depois prestou serviços ao Banco do Brasil; Poupex, por um período de seis anos, sempre mantendo o escritório particular. Advogou para os sindicatos dos rodoviários na ,área de Direito de família, e do Sinpol, na área de Direito Administrativo.

 

Tem três filhas, Gabriela, de 19 anos, estudante de Fisioterapia, em Palmas , TO, Paula, com 13 anos, concluindo o ensino básico, em Brasília,e Letícia, com seis anos,

 

Por diversos anos atuou no Tribunal de Ética, da OAB, em Basília.

 

Todo ano vai ao Crato, rever os amigos, na ExpoCrato . Fica na casa de meu irmão,Tasso, aproveito para reunir amigos e contemporâneos,

 

Aqui em Brasilia, Augusto foi um dos fundadores do Bar dos Cunhados, na 315 Norte, tradicional bar onde se reúnem diversos cearenses e outros nordestinos, lá todo o pessoal - proprietários,garçons e cozinheiros(Antonio, Pedro, Paulo, Edmilson, Raimundo, Anastácio, LIndeljonson), - são cearenses de Hidrolândia, participa também da Confraria Suvaco de Cobra, que se reúne no bar do cearense Alexandre (Itapipoca), na 703 Norte, em frente à Disbrave. (JBSG)

 

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