Por J.B. Serra e Gurgel (*)

Almerinda Gurgel Valente, rebatizada por Nenem por seu irmão Francisco, nasceu em 10 de outubro de 1894, na cidade de Quixeramobim/CE. Filha de Henrique Gurgel do Amaral Valente e Joana Gondim Valente.

Almerinda era irmã de Francisco Gurgel Valente, Minervina, Antonia, Lidia, Dionisia, Mariinha, Perpétua,Henrique e Raimundo.

Acompanharam até Lages os seus pais, ele,Henrique, fornecedor de mantimentos para os trabalhadores da Estrada de Ferro de Baturité,que se implantava de Fortaleza ao Crato..

Chico Guilherme veio de Quixeramobim para Lages, filho de Chico Guilherme, de Tauá de uma família de 22 irmãos: Pedro, Francisco, Almerindo, Antnio, José,Nô,Elvira,Noca, Guilhermina, Francisca, Maria,Espirito Santo,Magdala,Teodolina, Julia e Donana, do 1º.. casamento e Francisco, Luiz, Geraldo,Deuzinha, Alice e Odete, do 2º. Alguns deles foram para Lages: Pedro que vendia garapa perto da estação,Almerindo que casou com sua prima Felicia, José (Zeca) retratista que ficava em Lages e Senador Pompeu, Marica, mãe de d. Urcezina, casada com José Marques Filho, Noca que casou com o veio Joca, morador de Chico Guilherme..

As duas famílias Gurgel do Amaral Valente e Guilherme Holanda Lima ocuparam os espaços foram deixados pelos Lages, que deram nome ao lugar.

Almerinda casou-se em 23.09.1911, com Francisco Guilherme Holanda Lima, mais conhecido por Chico Guilherme, comerciante, pecuarista, agricultor, empresário. Casamento oficializado pelo Padre José Coelho de Figueiredo Rocha, na Capela de Nossa Senhora do Pérpetuo Socorro,de Lages , então distrito de Telha, hoje Iguatu, sendo testemunhas Antonio Castro e Antonio Henrique da Silva.

Dizia-se que Henrique e Chico Guilherme dividiram mapa de Lages ao meio, e que sem,se imiscuirem na política, entregaram o poder político a outras famílias que foram chegando.. Também consta que Henrique, menos atirado aos negócios, fora certa vez vereador em Telha,hoje Iguatu, representando a comunidade de Lages.

Dessa união nasceram 14 filhos: Teodelina, Antônio Guilherme, Pedro Guilherme, Adelaide, José Guilherme, Maria, Rosmarie, Madalena, Terezinha, Luiz Guilherme, Francisco Guilherme (I), Francisco Guilherme (II), Raimundo Guilherme e Joana Gurgel Holanda (Janete). Como 14 filhos eram poucos, adotou como filho o jovem Alcebíades da Silva Jácome,, que acabaria casando com a filha mais velha, Teodolina (Teó)_

Chico Guilherme abriu a primeira loja de tecidos com o nome Casa São Francisco, que ficava na Rua Manoel Ferreira Lima, lado sul do atual Mercado Central, depois abriu a primeira indústria de compra, venda e beneficiamento de algodão, a Usina São Francisco, localizada na Rua Santos Dumont .Ele e Nenem tornaram-se proprietários de várias fazendas de gado e plantio de algodão,caprinos, ovinos, eqüinos e gado de leite e abate, em Catanduva, segunda residência do casal para descanso nos fins de semana, recepção dos familiares e amigos para festas, almoços, confraternizações e reuniões de negócios.

Chico Guilherme e Almerinda construíram a mais bonita casa de Acopiara, no estilo “art nouveau” na sua Santos Dumont, com forro e ventilação por baixo do assoalho, com muito espelho, cristais e água encanada, movimentada por um catavento que ficava no muro (quintal). A casa mais tarde foi alugada ao juiz de Direito, Candido Couto, e tia Nenem foi morar na casa de sua filha Janete. No inventário ficou para a sua filha Adelaide, que foi casada com o prefeito Alfredo Nunes de Melo, e depois para seus herdeiros. No local, hoje, está o supermercado Albuquerque.

Devota de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e de São Francisco, Almerinda o o terreno para a construção da Casa Associação das Filhas de Maria, apedido de sua irmã, Lídia, para retiros espirituais onde as jovens solteiras se tornavam Filhas de Maria, usavam uma fita azul no pescoço com uma medalha de Nossa Senhora e outra fita mais larga na cintura igual as que tem na imagem de Nossa das Graças. Casadas, passariam para a Associação das Mães Cristãs, que existe até hoje.

Almerinda gestionou para que Chico Guilherme doasse terrenos para a Igreja matriz, casa paroquial, praça, hospital,escola,correios,cemitério, o que feito com desprendimento.

Janete lembra que Nenem foi Mãe de Leite de várias crianças, inclusive de seu sobrinho Agamenon Gurgel Pinheiro alimentando-o por um bom tempo e este passou a chamá-la de Mãe.

Almerinda era muito querida pelos irmãos e sobrinhos, a que socorria nas suas necessidades. Não foi sem razão que emprestou dinheiro, sem juros,para que seu sobrinho, Nertan ,pudesse abrir uma casa comercial, a Casa dom Bosco.

Em 29 de novembro de 1981, no Hospital e Maternidade Júlia Barreto, Nenem nos deixou, morrendo de morte natural aos 87 anos, na presença do médico Dr. Barbosa, de seus filhos Joana Gurgel Holanda e Luiz Gurgel Guilherme.

(*) JB Serra e Gurgel, (Acopiara), jornalista e escritor, com Joana Gurgel Holanda (Janete, filha) e Idalmi Pinho Guilherme (neto) de Almerinda.

 

 

Chico Guilherme, a hora e a vez do  Coronel

 

Por Jb Serra e Gurgel (*)

 

Waldy Sombra, casado com Maria Julia, uma das netas de Chico Guilherme, escreveu: “Há pessoas que nascem na sombra e se criam no silêncio. Chico Guilherme foi uma delas”.

Nasceu em 15 de março de 1890, no, sítio Salva Vidas”, de seu pai, em Quixeramobim. Em 1910, com 20 anos, foi para Lajes, depois  Afonso Pena e mais tarde, Acopiara,, onde viveu por 54 anos. “Impossível é andar em Acopiara sem que não se tenha de pisar em terra dada de mão beijada à comunidade pelo Coronel Chico Guilherme”, assinala Waldy Sombra, ressaltando que ele doou os terrenos da Casa Paroquial, da matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, da Praça Monsenhor Coelho, do Cemitério, da Associação Comercial, do Grupo Escolar padre João Antonio de Araujo, dos Correios e Telégrafos, do Clube Social.

O desabafo de Waldy Sombra é todos os descendentes de Chico Guilherme: “nesta cidade, nem rua, nem praça, nem bairro, nem viela evocam o nome do benfeitor”.

Por que?  Ninguém responde. O silêncio vem de longe e não se sabe se vai para Iguatu,  Mombaça ou Senador Pompeu. Que teria feito Chico Guilherme para lhe ser negado o reconhecimento? Por que não a pagar o tributo devido a um pioneiro, empreendedor, doador, que não fez mal a ninguém e que deixou uma descendência numerosa? Não me atrevo a buscar razão ou razões, mas desde logo deixo consignado que, se existirem razão ou razões, são bem menores que a sua grandeza.  Se tivesse como, convocaria a acopiarense ´para prestar as justas homenagens  devidas a Chico Guilherme.

Não exerceu mandato político, mas foi a “alma viva”, fiel aliado e financiador,  do maior cacique político de Acopiara, Celso de Oliveira Castro. Pessedista e getulista, guardava e hoje, sua filha Janete guarda, um pequeno busto que o Presidente Getulio Vargas lhe presenteou  na década de 30, enviado do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Era conservador  mas não reacionário. Fidalgo, cordato, educado, fino, nobre nas atitudes. Dizer que pertencia à nobreza é uma injustiça, se tomarmos o conceito europeu e clássico de nobreza. Era burguês, sim, mas não era arrogante nem prepotente. Era manso. Não era culto, mas  informado e atualizado com o mundo que o cercava..

Ascenete Monteiro Guilherme tem 95 anos é o último dos 18 irmãos de Chico Guilherme, viva, lúcida  e morando em Acopiara, escreveu à mão algumas anotações sobre sua família e delas consta que Antonio Guilherme Holanda Lima, patriarca ,  “jovem holandês veio para o Brasil em um navio negreiro” que aportou no Recife. De Pernambuco seguiu para Quixeramobim, no Ceará, onde fixou residência. Lá tornou-se proprietário da fazenda de gado “Salva Vidas” e conheceu Teodolina Gomes com quem se casou e teve 18 filhos. Morreu em 1932 em Quixeramobim.

Em 1910, Francisco Guilherme Holanda Lima, conhecido como Chico Guilherme, desembarcou, de trem em Lajes, e  abriu uma loja de tecidos, a Casa São Francisco, na atual rua Manoel Ferreira Lima, no lado sul.

A primeira residência do casal foi na atual rua dom Quintino, ao lado do Centro Social de Acopiara, na saída para Iguatu, A segunda, construída em 1919, fica na Rua Cazuzinha Marques, 160,  que durante anos foi alugada ao juiz de Direito Candido Couto e depois foi residência de sua filha Adelaide Gurgel Nunes, esposa do prefeito Alfredo Nunes de Melo (1955-1959). O histórico casarão, um dos mais lindos de Acopiara, segundo sua filha, Janete,  foi demolido e , em seu lugar, implantado um supermercado. Sua neta, Heloisa, e sua bisneta, ex-prefeita, Sheila, tentou transformar o casarão em centro cultural e teria meu total apoio, mas não foi adiante.

Chico Guilherme conheceu  Almerinda Gurgel Valente, mais conhecida por Nenem, nascida em 10 de outubro de 1894, filha de Henrique Gurgel do Amaral Valente, o vovô do Rio, e de Joana Gondim Valente,  com quem se casou  em 25 de setembro de 1911, sendo oficiante o padre José Coelho, de Iguatu. O casal  teve 14 filhos.

Depois da loja comercial, abriu  a primeira indústria de compra, venda e beneficiamento  de algodão,a usina São Francisco,  localizada na rua Santos Dumont , depois Cazuzinha Marques.  Mais tarde vendida a Francisco Gurgel Valente, seu cunhado.Com a usina de Algodão. Lajes vivenciou  o inicio de seu progresso.”A criação de novos empregos e a circulação de dinheiro na pequena Lajes não foram os únicos benefícios da fábrica, pois foi através dela que cidade pôde sair das trevas. A luz era puxada à motor da própria fábrica”, registrou Ascenete.

Com os negócios prosperando, Chico Guilherme tornou-se proprietário de uma fazenda de gado no sítio Catanduva, Comprara do padre Leopoldo Rolim.

Na área do Prado, Chico Guilherme cedeu terreno a Quintino Cunha, que foi juiz de Direito em Lajes, onde construir uma casa com árvores, animais e catavento, onde recebia amigos para “o leitão recheado por suas próprias mãos”. Foi Quintino quem sugeriu a dar à filha o nome de Rosmarie (1923)  hoje viva, como ele o fizeram em relação á sua filha, Rosmarie Eitel, do terceiro casamento. Na casa de Quintino Cunha também morou outro juiz de Acopiara, Carlyle Martins.

Ainda na área do Prado, implantou a nova Usina São Francisco que deu lugar mais tarde à exportadora Cearense e mais recentemente à Usina de Algodão e Oleo, de Francisco Alves Sobrinho, prefeito municipal (1959-1963)

Como verdadeiro pioneiro foi dele o primeiro caminhão que apareceu em Acopiara,  um Ford à manivela, guiado pelo motorista conhecido por Cipoada, que passou a transportar os fardos de algodão da Usina para a estacão ferroviária, antes levados pela carroça do Ioiô.

Muitas vezes vi o coronel Chico Guilherme passar com sua indumentária predileta – gandola, botas e chapéu, com um revolver de cano longo. Outras vezes o vi chegar e partir para  Catanduva montado no seu cavalo. Em outras, andando na rua, despreocupado, sério, calado.

Chico Guilherme morreu em 10 de maio de 1964, na sua Fazenda Catanduva, entre 18h30 h e 19h.Na noite chuva, a cavalo, o morador José Luis veio trazer a notícia aos membros da família- “Coronel Chico Guilherme é com Deus....”. De imediato, os genros João Holanda Lima e Júlio Holanda Lima, em companhia de Lourival, foram de camionete trazer o corpo para ser velado no cidade , na grande da Santos Dumont, 160.

Seus irmãos do 1 matrimônio de seu pai: Pedro , Francisco, Almerindo, Antonio, José, NÔ, Elvira, Noca, Guilhermina, Francisca, Marica, Espirito Santo, Magdala, Teodolina, Julia e Donana  Guilherme de Holanda.

Seus filhos: Teodolina Gurgel Holanda Jácome, Antonio Gurgel Holanda, Pedro Guilherme Sobrinho, Adelaide Gurgel Nunes, José Gurgel Holanda Lima, Maria Gurgel Lima, Rosamarie Gurgel Lima, Madalena Gurgel Rodrigues, Teresinha Gurgel Guilherme, Francisco Guilherme Filho, Luis Gurgel Guilherme, Raimundo Gurgel Guilherme, Joana Gurgel Holanda.

(*) JB Serra e Gurgel, jornalista e escritor (Acopiara)

 

 

Acopiara – o centenário de Alcebíades da Silva Jacome

 

Por JB Serra e Gurgel (*)

A família de Joaquim Jácome Silva no Ceará se estruturou a partir de quando ele veio transferido do Exército, do Acre, para o Ceará, fixando-se em Senador Pompeu.

Conheceu Maria Cecília Elpídio , alta, morena clara, apaixonou-se e casou , nascendo desta união: Aluísio , 1902, Acrísio, 1907, Carminha,1908, Alcebíades, 1909, Luzia, 1910, e Fransquinha, 1912.

Joaquim faleceu em 1914, deixando a família no desamparo. Tempos bicudos.

Maria Cecília, cinco anos depois, casou-se com o tabelião Raimundo Viana. Engravidou e morreu de parto de Maria Cecília Elpídio, nome também dado à menina.

Os filhos , sem pai e sem mãe, foram morar com os tios, Aluisio foi viver com o tio Francisco,em Lavras da Mangabeira ,conhecido por Quinho, que o maltratou. Mudou-se para Lages, que ficava entre Telha e Senador Pompeu, e foi embora para o Rio de Janeiro.

Acrisio foi para a casa de seu Antonio (Tó) Henrique da Silva e Minervina Gurgel, em Lages, Alcebíades para a casa de Julio (Tó) Elpídio da Silva e Antonia Gurgel, sendo que aos 13 anos começou a trabalhar como caixeiro na loja de tecidos de Francisco Guilherme.

Carminha e Fransquinha ficaram em Senador Pompeu morando com uma tia, Eliana, irmã de Maria Cecília,. Já Luzia foi adotada pela avó materna.

Alcebiades cresceu em Lages, depois Acopiara, e acabou casando com Teodolina (Teó) Gurgel Guilherme , filha de seu patrão, Chico Guilherme e Almerinda Gurgel Guilherme. Ela estava noiva de João Holanda Lima, comerciante vindo de Tauá, sendo obrigada a terminar o noivado por ordem do pai.

Do casamento com Teó, nasceram Francisco (1934) , Célia (1935), José (1938), Alcebíades (1940) . Almerinda, Maria Selma (1943),Bernadete (1947) Maria Almerinda ( 1950) e Miguel (1954).

Com múltiplos negócios em Lages, em todas as áreas de agricultura, comércio, industria, pecuária, terras. Chico Guilherme que também era líder político, chefe ostensivo do PSD, não se importou em passar a sua casa comercial de tecidos e miudezas para o seu genro, Alcebíades. Também ajudou na construção da residência de Alcebíades e Teó na casa que ficava à Rua Marechal Deodoro, 250, hoje Francisco Gurgel Valente.

Religioso, Alcebíades tornou-se freqüentador assíduo das festas religiosas, organizadas pelo padre João Antonio de Araújo, relacionadas com o padroeiro São Sebastião e com a padroeira, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Tornou-se irmão do Santíssimo e exibia sua opa vermelha nas comemorações Contou à sua nora Ivonete que certa vez o bispo do Crato, dom Francisco, ao realizar visita pastoral de crisma a Acopiara, Alcebíades apareceu com grande quantidade de afilhados. O bispo ficou surpreso e perguntou: “são todos afilhados, mesmo”? Ele confirmou, dom Francisco sorriu e disse: “Padre Cícero de Acopiara”!. Sua religiosidade levava a colocar, todas as noites, flores na imagem de N. S. do Perpétuo Socorro e anualmente ia a Canindé visitar a Basílica de S. Francisco.

Integrou também o Circulo Operário, entidade ligada à Igreja e que tinha por finalidade assistir aos pobres de Lages em suas dificuldades.

No comércio, Alcebíades veio a ser fundador e presidente da Associação Comercial.

Na política, muito embora estivesse aliado ao PSD do chefe político Chico Guilherme, chegou a disputar mandado eletivo, de vereador, mas não se elegeu.

Seus filhos são unânimes nas considerações sobre suas qualidades.de dignidade, honradez, humildade, caridade, brincalhão, firmeza de caráter. Fortaleza nas adversidades e paixão pela vida. Seu filho mais velho, Francisco, conhecido por Jaile, ex-seminarista, afirma: “Meu pai para mim foi exemplo de vida e santidade”.

Almerinda: – “papai viveu para o bem. Ajudava as pessoas com desprendimento. Vendia fiado, mesmo sabendo que as pessoas não podiam pagar. Sentia-se feliz quando trazia para sentar à mesa alguma pessoa para almoçar com ele, mamãe e os filhos”. Na seca de 58, retirantes famintos invadiram Acopiara e começaram a saquear o comércio. Tomou então a iniciativa de convencer os saqueadores e parar com aquilo e com a ajuda de João Holanda distribuiu comida para todo mundo.

Célia conta – papai tinha uma grande preocupação quando algum de seus filhos adoecia. Chegava a ir três vezes em casa durante o dia , levando guaraná champagne e biscoito, levando conforto e nos animando; Nossos aniversários eram festivamente comemorados com bolo e parabéns. Ficava feliz quando após o almoço deitava numa rede e seus filhos estavam à sua volta.

Selma lembra = papai acordava cedo, levantava e acendia o fogo do fogão de lenha e colocava chaleira ppara ferver água e fazer o café. Geralmente cantava e se recorda de uma musica: “Meu Deus que horror! Meu Deus que aflição! Mataram uma caboquinha no caminho da estação”...Recorda que muitas vezes chegou em casa e Bete e Almerinda vinham cantando agarradas nele que as chamava de Barrica e Bodega. Sempre que entrava em casa, até a gata que criava disparava ao seu encontro.

Seus filhos homens cedo deixaram a casa paterna. Francisco foi para o Seminário do Crato, concluindo o Seminário Menor e passou a Fortaleza para fazer o Seminário Maior, mas deixou indo tentar a vida no Rio de Janeiro, depois Volta Redonda, onde se fixou. José foi para o Seminário Franciscano de Canindé, mas logo deixaria e foi para o Rio de Janeiro. Alcebíades não estudou no Seminário e acabou também indo para o Rio de Janeiro. Miguel teve uma passagem curta pelo Rio de Janeiro, mas retornou á Acopiara, seguindo a profissão do pai, como comerciante, não de tecidos mas na área de supermercado.

Os filhos lhe deram netos. Francisco casou-se com a professora Ivonete e tiveram três filhos, Francisco Jr, Frederico e Felipe. Célia casou-se com o médico Carlos Ivo de Novaes Menezes e tiveram três filhos, Ceres Leda, Carlos Ivo e Carlos Alberto. José casou-se com Maria Fernandes Alves, de Acopiara, e tiveram duas filhas, Patrícia e Clarissa. Alcebíades casou-se com Maria Emilia e tiveram filhos, Sameline, Saironi, Alcebíades, Carnelutti . Assumiu outro filho, Sergio Pompeu. Maria Selma casou-se com Afonso Feitosa Lima filhos: Vicente, Astrogilda, Afonso, Célia e Alcebíades; Bernadete casou-se e tem uma filha: Danielle, Almerinda foi casada duas vezes, do 2º casamento, tem dois filhos, André e Greice. Miguel casado com Antonia e filhos Gisele, Gean e Michella. Os bisnetos formam uma legião.

(*) JB Serra e Gurgel (Acopiara), jornalista e escritor.

 

 

João Holanda Lima: centenário de nascimento

 

Francisco Gurgel Holanda (*)

 

Sim...! Não sem, antes, eu num aperto. No mínimo, preocupado porque me sei a relacionar-me com as pessoas - até com as íntimas - sem caçá-las; virtude - ou será pecado? - da só minha peculiar personalidade e, talvez, de fatores outros que ignoro. Amo ou admiro alguém, e pronto! Não o dou a espiadas mais distantes da luz do facho afetivo. Afiei-me, pois, a querer bem com esse amor-âmago, assim naturalmente, como a flor faz para vir a ser flor e sê-la! Não vou às bordas - que até podem constar à benquerença, mas, lá onde elas, acolá ficam a não me vir prejuízo.

E aí, a mim que assim, sem a curiosidade, há: - Ora, sobre o pai, deve sabê-lo bem! Conhecer, um a um, fatos e... É... É, amigo! É o que ouço - Razoável, não? - da muda voz do sótão às suposições. E enquanto eu com esse meu jeito e as opiniões a me darem diferente, eis os poucos registros que os sei sobre meu saudoso pai. E o faço, penitenciado, pois o pouco, por pequeno, nunca serve à homenagem a um grande!

Vamos lá... Visito o raso baú e empurro-me: vamos! Vamos! Daí, e para festejar o centenário de nascimento de João Holanda Lima, meu genitor todo bom, passo a contar que ele nasceu em Tauá/Ceará, em 12/08/1910, filho de Júlia Holanda Lima e Luiz Teixeira lima. Estes, à moda de antanho, tiveram l2 filhos. Casal de agricultores, o cultivo foi singelo como lhes eram os bolsos e permitia a aridez da gleba. Teimaram misteres ásperos, como ainda hoje sói ao pobre que se atreve à semeadura em terras dos Inhamuns.

Certo dia – não peçam a data! – Júlia e Seu Lulu disseram: Vai o “João”. Foi assim que vovó e vovô resolveram o convite, feito por Pedro Alves de Oliveira e Carmina Teixeira Alves, para que um dos “meninos” (qualquer dos varões, irmãos desta) fosse morar com ela. Meu pai, o João acima e com idade ao derredor de dezoito anos, deixou, por tal, a casa paterna e veio para Afonso Pena, hoje, Acopiara.

Achou ruim? Não sei! A cavalo, tropeiro e com outros nessa forma de, à época, viajar o “humilde”, tocou-se por chãos adentro. Fora-se o estirão de léguas e a estreia de uma forte saudade sua. Decerto, sob um concerto por vozes viandantes, relinchos, chocalhos e guizos, afora o troar porque, fingem-se zangados, os cascos muares contra o chão. Atrás, ao João, o solo Tauaense e de seu leite! Depois, o de Maria Pereira, hoje, Mombaça, a supostas lágrimas! Enfim, João chegou ao da casa com a irmã!

Carmina quis o irmão ao bem. O pôs a ajudar seu esposo, Pedro, comerciante na nova terra ao meu pai. Este, apenas sabendo ler e as quatro operações aritméticas, já era - Severidade de casa – a comportar-se. Cristão, sim, porque a fé dos pais e a dos recém-anfitriões. Orientado, venceu as urtigas e prumos do mercadejar. Arrumou, a sã, sua nenhuma experiência. Ou, bem mais certo, o trato matuto que trouxera.

Ajeitado - Você acredita em destino? -, meu pai fez-se madeira boa, pronta e apta à obra. Pegou verniz boa cepa. Valeu-lhe estimularem-lhe a inteligência e o gosto pelo porvir. Devagar, entrosou-se socialmente. Não mentem isso, seus casamentos e essas suas atividades e ações: comercial, agropecuária, proprietário, Promotor de Justiça e participações sócio-político-religiosas; inolvidáveis, os louvores à família, aos pais, “dona Júlia” e “Seu Lulu”, a irmãos, e o trato amigo aos de seu largo relacionamento.

Casou. Primeiro, com Geraldina Vale Castro, filha de Maria Anísia da Silva Castro e Celso de Oliveira Castro, este, cidadão e chefe político de brilho moral ainda hoje a servir de exemplo. Viúvo dessa honra, João casou depois com Maria Gurgel Holanda, minha querida e saudosa mãe, nascida de Almerinda Gurgel de Lima e Francisco Guilherme Holanda; outro que senhor e cidadão, mas a quem Acopiara não soube, até hoje, premiar, por gratidão ao que ele, “doado do seu”, deu a bem geral dela.

Somos, desse enlace: Maria Heloisa Holanda de Albuquerque, formada em filosofia, casada com João Uchoa de Albuquerque, médico, ex-prefeito de Acopiara; Francisco Gurgel Holanda, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, casado com Lúcia Maria Bezerra Gurgel, Procuradora de Justiça; João Maria Gurgel Holanda, funcionário público, casado com Maria de Fátima Alves Moreira; Luis Teixeira Neto, agrônomo, casado com Maria Perpétua Ramos Teixeira, professora; Maria Holanda de Oliveira, professora, viúva de Nicéforo Fernandes de Oliveira, amigo e ex-Procurador Geral de Justiça; José Holanda Sobrinho, falecido esposo de Maria Luiza Lima, empresária; Maria Consuelo Gurgel Holanda; Maria Celeste Gurgel Holanda; Sebastião Gurgel Holanda, assessor parlamentar-Câmara Federal, casado com Sônia Maria da Silva Holanda.

João, após aprender com o cunhado Pedro, pôs o “Armazém São João”. Aí, fez tamanhos, chamados tirocínio e muito trabalho. Comprou. Vendeu. Exportou e financiou etc. Benditos, a mamona, a oiticica, o algodão, in natura e em pluma, as quantas mercadorias, peles silvestres – não havia a consciência ambiental de agora - e o mais! E estes: Celso mouco, Zé Rodrigues, Mário Bezerra, Cajueiro, Cícero, Melado, Francisco Gomes e Expedito, auxiliares à gratidão!

A agricultura lhe foi pra si e a subir ganhos. O gado - ah, seu xodó! - lhe cobrava. Vou lembrar o dia aos suores da vacinação e o à poeira, brasa, sol quente, berros etc., quando vez de marcar, a ferro e fogo, cada rês, com os “ferros” “JHL” e “VPS” (Virgem Perpétuo Socorro); sinais crueis, certo, mas exigidos para, respectivamente, indicarem, na pele à perna traseira do bicho, quem seu dono e o município – dizia-se: “freguesia!” – ao qual, territorialmente, pertencia.

Uma coisa: João disse-me que, sem estar a ver o animal, acertava-o, se vacum ou outro, só pelo toque do chocalho! Cri. Afinal, tais sons e ecos ensinavam-lhe os tímpanos! A diferença - explicava- vem do jeito de o animal dar “a passada”. Ou, se o caso, de como puxa e repuxa a relva, ao pastar. Bom, hem!!!

João, duma eloquência atrevida porque saída só do são que ouvia de quem sabia “falar bem” (Pe. João Antônio, Tibúrcio,Gentil, Ezequiel.), foi indicado, à falta de, para ser o Promotor de Justiça. O vi em júris, onde, o juiz, Carlyle Martins e Cândido Couto, e Meton Vieira, defensor. Exerceu por duas décadas, até quando Lauro Erbster, recém-bacharel em Direito, e seu primo afim porque casado com Iolanda, filha de Carmina e Pedro, assumiu o cargo.

João, não político, ajudava políticos. Assim: com sua opinião e veículos ao transporte de eleitores. E matava um boi pro “dicomer”- lá em casa - a estes. Nunca se quis, sequer, a vereador. Ouvi dele ao ser consultado: - Não, compadre, porque vão dizer que o que tenho ou ganhar foi roubado! Mesmo ele só até aí, ganhou e perdeu eleições (PSD). Co-elegeu parentes, amigos, genro etc. Foi presidente da Associação Comercial e do Circulo Operário em Acopiara, e atuou nas Congregações: “Irmãos do Santíssimo” e a “Vicentina” (S. Vicente de Paulo).

Meu pai também tinha as suas! Alguém indagou: - Seu João, tou cum negócio com aquele que vai ali. O Senhor conhece todo mundo. Posso confiar nele? E meu pai, oh, largou: - Olhe! Eu não vou falar porque se eu fosse falar, teria de dizer que ele é velhaco. Assim, vou ficar calado. O sujeito torceu e quis mais. João, porém, abriu-se ao coisa-e-tal, gaveta pro nada, miolo de pote e o fim de papo!

Curiosidades? Tá...! João não via praia nem cinema. Saiu do Ceará só uma vez: Recife. Cantarolava - mais no banheiro! - o “Queremos Deus”; tantos hinos da fé; o do Círculo Operário e modinhas. Herdei isso bom, sem me sentir! Apelido: João Mamona (não vingou!). Formas como, por alguns, era chamado: Seu Joãozinho, Joorlanda e Seu João de Orlanda. Isso, melancólico, pelos com cheiro de roça e curral!

Bem. João, nosso querido pai centenário, nos amou! O amaram! Muitos! É amado! Cumpriu! Dizem que morreu... Eu? Umum! Ainda hoje faço o que ele gosta, pede e manda!

João, parabéns!

(*) Francisco Gurgel Holanda (Acopiara) advogado, desembargador, filho

 

 

Sebastião Gurgel Holanda

De Acopiara a Brasília na busca de novas perspectivas

 

Dezembro de 1971. A minha história, como um cidadão cujo coração já mais pertence à bela Capital que à saudosa Acopiára teve início há mais ou menos 40 anos. A verdade é que tudo começou quando em busca de novas perspectivas de vida, almejando alcançar o sonho de uma vida melhor. Saí em busca do “sonho americano” no “país do futuro”. Assim, me vi obrigado a deixar minha amada família - pais, irmãos, tios, avós, bons amigos, colegas de colégio, sem saber ao certo o que para mim Brasília reservara.

Quando cheguei a Brasília era véspera de Natal. Fazia frio aqui, o frio de um ar gélido e seco que até então eu desconhecia. Logo vinha o ano novo e uma vida nova em uma cidade ainda em construção, com terra vermelha e desenvolvimento acelerado no coração do Brasil. Brasília, Centro-Oeste, a Nova Capital da República. No coração do País, semeei o meu próprio coração.

Janeiro de 1972. Com 19 anos de idade, ainda jovem, me apresentei ao serviço militar na 10ª Região, QG do Exército, Esplanada, local onde o destino me escreveria uma nova história. Foi lá que consegui o meu Certificado Militar – documento de formação civil e militar – que me garantiria o direito de entrar no fechado e competitivo mercado de trabalho brasiliense.

Com o passar dos anos, ingressei, cursei e conclui o curso de caixa de banco e empresas financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC, e logo fui encaminhado para trabalhar em um mercado local chamado “JUMBO”, empresa posteriormente adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar. Fora uma experiência inesquecível, ímpar e que me fez sentir abraçado pela Capital Federal. Neste momento, no coração nordestino semeado na terra vermelha do Planalto Central começavam a surgir as primeiras raízes. Apesar da vida de escasso tempo, pouco dinheiro, dificuldades de locomoção e moradia, com trabalho nos dois turnos do dia (manhã e tarde), eu ainda atravessava as frias madrugadas em ferrenho estudo para o vestibular que aspirava prestar. Meu sonho era cursar Administração de Empresas. E foi o que aconteceu. Com muita determinação e empenho, colhi os frutos do meu sacrifício e fui aprovado na Faculdade Católica de Brasília, hoje a grande Universidade Católica de Brasília - UCB. A felicidade irradiava, transpassava o peito, o coração batia em ritmo de baião e xaxado! Aprovado no dificílimo vestibular e logo na primeira tentativa de ingressar no ensino superior.

Março de 1985.Neste período o coração nordestino já havia firmado suas raízes no Planalto, comecei a trabalhar na Câmara dos Deputados. Centro político do Brasil. Era um sonho que mesmo quando sonhado de olhos fechados me parecia inalcançável e inacreditavelmente eu me via realizar.

Permaneci naquele órgão federal até a Constituinte de 1988. Porém, com muito pesar, fui obrigado a me desligar do Legislativo Federal, devido a uma inesperada mudança na Constituição Federal, que não permitia funcionários com menos de cinco anos de trabalho naquela Casa de Leis pudessem ser efetivados.Senti-me rejeitado, triste, ultrajado, como se todo o meu serviço prestado com empenho e amor de nada houvesse valido. Mas não esmoreci, resolvi permanecer firme no meu intento de ser um representante da saudosa Acopiára no coração do Brasil!

Os anos se passaram e me casei com a filha de um grande homem, músico,  maestro Cearense. Na minha incansável luta fui do serviço público à iniciativa privada. Com a minha esposa criei uma empresa que prestava serviços no segmento de buffet – Tia Lôla. Prestávamos serviços principalmente, no Teatro Nacional, na Telebrás e outros órgãos públicos. Permaneci com empresa até meados dos anos 90. Devido às circunstâncias da vida, me separei. Éramos imaturos, inexperientes, sem uma estrutura financeira estável e sonhos frustrados, razão maior de nossa separação, a bem dizer, separação amigável. Nesta ocasião meu coração parecia seco como as tortuosas árvores do cerrado ou como o árido solo do sertão nordestino. Era inegável em tal momento a enorme vontade em voltar para junto dos meus entes queridos. Mas bem sabia, todo sonho tem um preço, e como bom nordestino que sou decidi honrar o compromisso que havia feito comigo mesmo aos meus 18 anos de idade. Assim, mais uma vez, juntei forças e permaneci nessa cidade que tanto amava e amo.

Como as formigas trabalhadoras que encontramos aqui e acolá recomecei minha vida. Fui trabalhar em uma construtora de casas pré-fabricadas. Localidade, inclusive, em que conheci minha atual esposa, Sônia. Estamos casados há cinco anos. Com ela o tempo voa, sem ela o tempo para, mulher da minha vida, com quem decidi passar os meus finitos dias neste mundo e se o bom Senhor Deus permitir também no outro. Ela é amiga e companheira. Sua simplicidade, alegria e companheirismo me contagiam todos os dias e fazem amá-la cada segundo mais.

Fevereiro de 2004. Nesta época retornei a Câmara dos Deputados. Era o renascer do velho sonho. Desta vez como Assessor Parlamentar. Desde então não mais deixei a Casa do Povo. Venho coordenando e apresentando de perto trabalhos na Comissão de Orçamento da União, Lei Orçamentária Anual-LOA, definindo recursos para os Estados e Municípios, além de atender prefeitos, vereadores, deputados estaduais e todos os demais amados representantes de todo o povo brasileiro.

Com a bagagem de mais de 12 anos de experiência com a política nacional, me candidatei nas últimas eleições no pleito pelo cargo de Deputado Distrital. Como poucos desse Brasil, Candidato Ficha Limpa, de reputação irretocável e ilibada, com ética, moral e idoneidade indiscutívelrealizei uma campanha difícil e sem os inesgotáveis recursos financeiros dos tubarões da política, mas com muita coragem e vontade. Foi uma experiência inesquecível. E muito embora, não tenha sido eleito, fiquei na suplência do partido. Isto é, com possibilidade de assumir o cargo de Deputado Distrital.

Junho de 2011. Acopiarense de fibra, estou em Brasília há 40 anos. Saí da minha amada e saudosa cidade natal com sonhos e esperanças. No coração do Brasil firmei raízes, mas sem me esquecer dos dias da minha infância cheia de amor e carinho dos nobres cidadãos Acopiarenses. Em Brasília fiz meu recanto de amor e felicidades, grandes amigos e bons relacionamentos.

E assim foi que a semente de Acopiára foi semeada no Planalto Central, nascendo, enraizando, crescendo e florescendo, sem nunca deixar de se lembrar da sua origem.

Quero ouvir por muito tempo os cantos dos pássaros e dos sabiás em minha janela, Obrigado Brasília, sua realidade não e mais o sonho de Dom Bosco e de JK, e para esse brasileiro, és uma realidade. E obrigado Acopiára, local que Deus e meus pais escolheram para me dar a vida e me formar o caráter.(SGH)

 

 

Acopiara -  Nertan Holanda Gurgel. Auto retrato de um homem simples

Por JB Serra e Gurgel(*)

Meu pai está fazendo 95 anos bem vividos. Quando fez 90, em 2007, escreveu: “o que é isto? São 32 mil 872 dias e 12 horas, o mesmo número de auroras (Hoje, em 2011, quando faz 95 anos, terão sido 34 mil 675 dias). Lembro o velho sitio Recanto (de seus pais Francisco Gurgel Valente e Aurélia Holanda Gurgel) , o cantar do galo, orquestrado pelos pássaros silvestres, era um embalo. O cheiro de fumaça do bagaço de cana queimando na fornalha, ao iniciar a lida, o aboio do tangedor de bois ao redor do engenho.Tudo me cheirava bem.Até uma roupa de couro pendurada no cambito perto da minha rede  era o perfume da jitirana das quebradas da serra. Que saudades”.


(Não imaginava viver mais do que seu pai,meu avô, Francisco , nascido em 23.08.1893 e morto em 20.07.1988, com 94 anos 11 meses e 3 dias. Quando chegou aos 94,sempre que me ligava, dizia que poderia viver mais,mas teríamos que aguardar. Seu avô, meu bisavô, Henrique Gurgel do Amaral Valente, o Vovô do Rio, nascido em Aracati, Patriarca da família Gurgel do Amaral Valente de Acopiara, onde morreu, viveu 89 anos, (1865-1954), deixando cerca de 1.600 descendentes.  Hoje, é mais velho dos descendentes do Patriarca. Dois de seu irmãos, Nestor e Nicanor, passaram dos 90. Estava apenas acentuando que os padrões de vida do homem do interior melhoraram, com a água tratada,  vacinas, saneamento, educação, alimentação, moradia, renda  e solidariedade humana dos familiares)


“Nasci em Lages, depois Afonso Pena e hoje Acopiara, em 8 de junho de 1917, numa sexta-feira às 23 horas.Meu pai, senhor de engenho, foi um dos últimos coronéis do sertão que partiram desta vida.No dia 25 de agosto de 1940, contraí matrimonio com uma moça de Tauá, filha do senhor Nelson Nunes Serra e Tereza Aragão Serra. Maria Serra, como era conhecida, foi uma grande esposa, uma boa mãe, mulher de fibra, trabalhadora e de vontade própria. Eu, comerciante pobre com fama de rico.


“Em 1939, teve inicio a 2ª, Guerra que terminou em 1945.Meu capital era muito pouco e o da firma constituía-se de dinheiro do papai e dinheiro a juros de Almerinda Gurgel Guilherme (tia Neném) e da sra. Felícia Holanda Guilherme. Tinha nesse tempo em minha loja (A Casa dom Bosco na Rua Marechal Deodoro, a casa dos ricos e dos pobres...)um bom estoque de tecidos, chapéus e brinquedos (vende por preço barato, fazendas,rendas e bicos). As lojas em Acopiara eram muitas.


“Foi nessa época que o barco da vida entrou em mares agitados. Ondas gigantes, vagas profundas, vento uivantes sacudiam a nau.Por pouco não fui ao fundo.Os preços dos tecidos baixaram 40% e por isso muitos foram à falência, principalmente comerciantes de tecidos em grosso e  retalho.Somente passados quase dois anos, consegui aprumar a nau, entrando novamente em águas serenas.


“Aconteceu que Higino Alves Teixeira, cearense nascido em Acopiara, que negociava em Ipixuna, no Maranhã, veio de muda para Acopiara e montou uma loja vizinha à minha. Tornamo-nos amigos e até compadres. Conversa vai, conversa vem, acordamos em comprar arroz no Maranhão para vender no Ceará. Logo de início, tivemos bons lucros. Montamos uma usina de beneficiamento em Pedreiras, Maranhão. Chegamos a ter quase quatro mil sacas de arroz estocadas, parte paga e parte por pagar. Mas por conta do excesso de produção no Rio Grande do Sul, com incremento nas vendas para o Rio de Janeiro, os preços despencaram e o prejuízo foi arrasador: 300 mil cruzeiros (muito dinheiro na época).


‘O barco da vida, a nau que navegava em águas tranqüilas, mergulhou de vez em mares bravios. Por um momento não sabia se estava na proa ou na proa. Era como  uma cabaça deslizando em um rio caudaloso e encachoeirado . Salvamo-nos numa luta titânica, como se fôssemos turistas do transatlântico Titanic. Resolvi desistir da sociedade no Maranhão, saí de Acopiara e vim definitivamente para Fortaleza.


“A nau estava novamente em águas serenas, mas enfrentando tempestades! De inicio abri uma mercearia na Parquelândia. Não deu certo. Comprei um bar na Castro e Silva. Logo mudei de ramo e abri um restaurante. Depois passei para um açougue e , em seguida, para uma casa de peça para carros. Por último um depósito de material de construção, no bairro de Antonio Bezerra, que comprei do primo Henrique Gurgel de Souza.


“Em 1966,  minha filha Tereza ficou noiva, contraindo matrimonio no dia 31 de dezembro do mesmo ano. Para custear as despesas do casamento, vendi o depósito. Foi nessa ocasião que passei de patrão a empregado adotando a profissão de vendedor.


‘Vendia supercal, pó de pedra e granito ,minérios e calcáreos , do Sr. Amauri de Castro, tijolos furado, PM e combogós , da Cosmac de Sobral, bombas King, do Sr, Ivan de Castro, armadores de embutir do Sr, Crisanto, armadores de gancho do Sr, Zacarias, dobradiças e ferrolhos do capitão Nunes, sacos de plástico da Plastinion de São Paulo.Comecei a ganhar dinheiro. Deixei o mar das incertezas por um porto seguro. Sai do aluguel, comprei minha casa e cheguei a comprar carro zero., telefone, TV. 


“Hoje  viúvo, desde que Maria partiu, em 1995 , vivo no meu apartamento, no Montese, recebo minha modesta aposentadoria, meus dez filhos estão melhores do que eu. Uns em Fortaleza, outros em São Paulo (SP), Niterói (RJ), Linhares e Vila Velha (ES) e Macapá (AP). Tenho 30 netos 16 bisnetos . Muitos dos netos bem encaminhados, ocupando, criando, buscando seus espaços, com competência e fazendo a diferença, o que me orgulha e agradeço a Deus por tudo. Nada tenho a reclamar pois nada me falta. O que tenho para partir desta vida é suficiente.”.


JB Serra e Gurgel (Acopiara) jornalista e escritor, filho, com Nertan Holanda Gurgel (Acopiara), 95  anos, uma vida de lutas, desafios,decência e dignidade.

 

Descendentes de Almerinda Gurgel Guilherme e
Francisco Guilherme Holanda Lima

 

2.F - Almerinda Gurgel Lima(Acopiara) (10/10/1894-29/11/1981) (In memoriam)

C – Francisco Guilherme Holanda Lima (Tauá) (15/03/1890- 10/05/1964) ( In memoriam) Fazendeiro, Comerciante, Agricultor, Pecuarista que doou os terrenos da Casa paroquial, da Igreja matriz, do cemitério da praça Monsenhor Coelho, dos Correios, da Grupo Escolar padre João Antônio, Associação Comercial e Clube Social de Acopiara.

16.N – Teodelina (Teó) Gurgel Holanda Jácome (Acopiara) (15/09/1912-29/10/1999) – Do lar (In memoriam)

C – Alcebíades da Silva Jácome (Senador Pompeu) (13/07/1908-20/07/1992) – Empresário (In memoriam)

75.B – Francisco Jácome Gurgel (Acopiara) (20/03/1934) –Professor Universitário

C – Ivonete Melo Jácome Gurgel (Volta Redonda/RJ) (22/07/1943) - Supervisora Educacional

141.Tr – Francisco Jácome Gurgel Júnior (Volta Redonda) (23/01/1968) – Bacharel em Direito, Mestre em Geografia, Doutorando em meio ambiente e Professor

142.Tr – Frederico Guilherme Melo Jácome Gurgel (Volta Redonda) (06/02/1970 - Advogado e Professor Universitário, Mestre em Direito Internacional

143.Tr – Felipe Otávio de Melo Gurgel (Volta Redonda/RJ) (24/04/1976) – Capitão de Corveta da Marinha do Brasil

C – 2as Núpcias Márcia Cristina Bier Vieira Gurgel (04/02/1975) Procuradora Federal

Gabriel Bier Vieira Silva (14/09/1997) Estudante

74.Te – Ian Bier Gurgel (Rio de Janeiro) (29/09/2008)

76.B – Célia Jácome de Menezes (Acopiara) (28/11/1935) – Do lar

C – Carlos Ivo de Novaes Menezes (21/12/1932-10/07/1993) - Médico Sanitarista (In memoriam)

144.Tr – Ceres Leda Jácome Menezes (11/12/1960) - Médica

C – Joaquim Gonçalves - Engenheiro

75.Te – Ivo Menezes Gonçalves (10/02/1986) - Universitário

76.Te – Ingrid Menezes Gonçalves (09/07/1987) - Universitária

77.Te – Iury Menezes Gonçalves (09/07/1990) - Estudante

145.Tr – Carlos Ivo de Novaes Menezes Júnior (12/01/1962) - Analista de Sistema, Empresário

C – Adriana Aldiqueri Arruda Menezes

78.Te – Amanda Arruda Menezes (26/02/1989) - Estudante

79.Te – Adressa Arruda Menezes (04/10/1991) - Estudante

146.Tr – Carlos Alberto Jácome Menezes - Analista de Sistemas

C – 1ª Núpcias – Ana Cristina Tavares

80.Te – Gabriella Tavares Menezes (23/03/1989) - Estudante

81.Te – Carla Tavares Menezes (20/02/1991) - Estudante

77.B – José Jácome Gurgel (Acopiara) (19/05/1938) – Administrador, servidor público estadual

C – Maria Fernandes Alves de Oliveira Jácome Gurgel (Acopiara) (27/01/1942) – Advogada, servidora pública estadual

147.Tr – Patrícia Fernandes Jácome Gurgel (Rio de Janeiro/RJ) (21/01/1975) - Advogada

148.Tr – Clarissa Fernandes Jácome Gurgel (Rio de Janeiro/RJ) (21/10/1976) Advogada

C – Marcelo Luís Silveira (21.11.1968) Advogado/Contador, Servidor público federal

82.Te – Giovana Gurgel Silveira (Rio de Janeiro) (24/09/2010).

78.B – Alcebíades Jácome Filho (Acopiara) (28/12/1940) – Servidor público do Estado do Rio de Janeiro, aposentado

C – Maria Emília Spinelli Jácome (16/03/1943) Do lar

149.Tr – Sérgio Pompeu da Silva Jácome (18/04/1963) Servidor público do Estado da Bahia

C – Marinalva Barbosa dos Santos (xxx) Do lar

83.Te – André Luiz Santos Jácome (28/12/1993) Estudante

84.Te – Bruno Silva Jácome (16/02/1995) Estudante

150.Tr – Sameline Spinelli Jácome (30/03/1970) Do lar

C – Paulo Bernardo Teixeira (10/03/1968) – Engenheiro Mecânico

85.Te – Paulo Victor Jácome Teixeira (07/04/1998)

86.Te – Daniel Spinelli Jácome Teixeira (15/04/2004)

151.Tr – Saironi Spinelli Jácome Souza (17/01/1976)

C – José Natalino Souza (28/12/1963) - Comerciante

87.Te – Felipe Spinelli Jácome Souza (14/01/1992)

88.Te – Stephanni Spinelli Jácome Souza (16/05/2002)

152.Tr – Alcebíades Jácome Neto (18/01/1972) - Comerciante

C – Ana Paula Moreira Corrêa Jácome (xxxx)

89.Te – Hugo Corrêa Jácome (07/07/1998)

153.Tr – Carnelutti Alencarino Spinelli Jácome (26/02/1972) - Estudante

79.B – Maria Selma Jácome Gurgel Feitosa (Acopiara) (14/11/1943) - Funcionária Pública

C – Afonso Feitosa Lima (27/04/1940) – Agropecuarista

154.Tr – Vicente de Paula Jácome de Lima (30/11/1963) – Comerciante

C – Anízia Alves de Alencar Jácome (01/03/1970) – Pedagoga

90.Te – Vivianny Alencar Jácome (28/08/1990) – Estudante

91.Te – Valeska Alencar Jácome (04/04/1995) Estudante

155.Tr – Astrogilda Feitosa Lima Cavalcante Mota (07/01/1965) – Funcionária Pública

C – Armando Cavalcante Mota (21/11/1956) –

92.Te – Amanda Feitosa Cavalcante Mota (26/02/1985) – Universitária

93.Te – Diego Feitosa Cavalcante Mota (16/03/1986) – Universitário

94.Te – Lucas Feitosa Cavalcante Mota (08/02/1990) – Estudante

156.Tr – Afonso Feitosa Lima Filho (19/04/1969) – Funcionário Público

157.Tr – Célia Jácome Lima (06/08/1974) Universitária

158.Tr – Alcebíades da Silva Jácome Neto (09/09/1976) (In memoriam)

80.B – Bernadete Jácome Gurgel (Acopiara) (24/08/1947)

159.Tr – Danielle Jácome Silva (30/09/1974) Comerciante

C – José Carlos Teixeira

95.Te – Bruno Jácome Teixeira (23/01/1997) Estudante

96.Te – Tiago Jácome Teixeira (23/01/1999) Estudante

81.B – Maria Almerinda Jácome Viana (26/06/1950) – Professora

e Comerciante.

C – 1ª Núpcias – Luiz Eduardo Marques Vianna (06/09/1947) Comerciante (In memoriam)

160.Tr – André Luís Jácome Vianna (24/10/1975)

C – 2ª Núpcias – Antônio Cessar Ribeiro (17/06/1954) Empresário

161.Tr – Greice Jácome Ribeiro (25/01/1983)

C – Natalo Fablo (19/02/1967)

97.Te – Enzo Jácome Fabo (19/10/2006)

82.B – Miguel Gurgel Jácome (Acopiara) (04/09/1954) Comerciante

C – Antônia Aparecida Alves Jácome (31/08/1955) Comerciante

  1. Tr – Gisele Alves Jácome (15/11/1982) Universitária

163.Tr – Gean Alves Jácome (28/05/1984) Universitário

164.Tr – Michela Alves Jácome (15/06/1986) Estudante

  1. N Antônio Gurgel de Holanda Neto (Acopiara) (03/01/1914- 02/12/1978) Comerciante da primeira panificadora e torrefação de café de Acopiara (In memoriam)

C - Francisca Adail de Assis Gurgel (04/05/1921-09/06/1986) Do lar (In memoriam)

83.B – Antônio Itamar de Assis Gurgel (Acopiara) (16/09/1940- 29.05.2008) Técnico agrícola

C – Iolanda Bezerra Gurgel (Morada Nova) (06//10/1948) Pedagoga

165.Tr – Ismar Bezerra Gurgel (Aracoiaba)(01/08/1968) Graduado em Turismo

D – Rita Girão Gurgel (Fortaleza) - Do lar 98.Te – Igor Girão Gurgel (Fortaleza) (30/12/1992) Estudante

99.Te – Ítalo Girão Gurgel (Fortaleza) (19/10/1995) Estudante

166.Tr – Ivan Bezerra Gurgel (Acopiara) (10/08/1973) Comerciante, em Portugal

167.Tr – Ionara Bezerra Gurgel (Morada Nova) (20/06/1980) Universitária

84.B – Antônio Ivan de Assis Gurgel (Acopiara) (25.10.1940- 25/12/1970) Servidor público federal

C – Antônia Moreira Gurgel (Mombaça) (23.02.1940)

168.Tr – Núbia Moreira Gurgel (Acopiara) (24/09/1968) – Bancária da Caixa Econômica Federal

  1. 1as Núpcias – Elmo Eron Ramos (Salvador/BA) (29/01/1970) – Representante Comercial

100.Te – Ivan Matheus Gurgel Ramos (Itabuna/BA) (28/08/1990) – Universitário

C- 2ª Núpcias Almir Trindade Luz (Salvador/BA) (19/08/1965) – Bancário da Caixa Econômica Federal

101.Te – Patrícia Gurgel Luz (Salvador) (28/10/1 994) – Estudante

85.B - José Iran de Assis Gurgel (Tauá) (27/05/1943) Agente Rodoviário

C – Maria Lígia Castro Gurgel (Acopiara) (28/07/1947) Professora Especialista

169.Tr – Adanízia Castro Gurgel (Acopiara) (24/12/1965) Fisioterapeuta

C – Tarcio Holanda Rodrigues (Campos Sales) (08/02/1962) Professor de Educação Física

102.Te – Rafael Gurgel Holanda Rodrigues (Acopiara) (08/02/1991) Estudante

103.Te – Lais Gurgel Holanda Rodrigues (Acopiara) (04.02/1995)

170.Tr – Patrícia Castro Gurgel (São Paulo/SP) (03/02/1971) Pedagoga

C – José Vandecks Lopes (Acopiara) (06/06/1968) Bancário

104.Te – Priscila Gurgel Lopes (Fortaleza) (17/08/1992) Estudante

105.Te – Ana Carolina Gurgel Lopes (Barbalha) (28/05/2002) Estudante

171.Tr – José Iran de Assis Gurgel Junior (São Paulo/SP) (27/06/1975) Professor de Educação Física

C – Suelen Colares Almeida Gurgel (Fortaleza) (23/02/1983)

Universitária do Curso de Letras

106.Te – Ingryd Maria Castro Gurgel (Acopiara) (08/10/1996 Estudante

107.Te – José Iran de Assis Gurgel Neto (Fortaleza) (27/07/2003)

108.Te – Fábio Alves de Almeida Neto (Fortaleza)(18/12/2007)

109.Te – Francisco Celso de Almeida Castro Gurgel (Iguatu) (15/12/2009)

172.Tr – Carla Maria Castro Gurgel (Acopiara) (22/12/1986) Estudante

86.B - Francisco Alaor Assis Gurgel (Acopiara) (24/01/1949-09/07/1986) (In memoriam)

C – Maria das Graças Pinho Gurgel (Acopiara) (17/051951) Funcionária Pública estadual, aposentada

173.Tr – Tiago Pinho Gurgel (Fortaleza) (28/09/1979) Dentista do Programa de Saúde 174.Tr – Viviane Pinho Gurgel (Fortaleza) (24/01/1982 ) Universitária de Medicina

87.B – Iolanda Lúcia Gurgel Soares(Acopiara) (5/061953-21/07/2000) (In memoriam) Auditora fiscal da Previdência Sócia

C – José Napoleão Soares (Valença/PI) (29/10/1949) – Auditor Fiscal da Secretaria da Receita Federal.

175.Tr – Cássio Germano Gurgel Soares (Fortaleza) ( 10/10/1976) Professor e empresário

C – Sarah Virgínia Fontenele Soares – (21/05/1981) Auditora da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará

176.Tr – Everton Luís Gurgel Soares (Fortaleza) (10/02/1978) Procurador do município de Fortaleza

C – Mariana Bandeira Gurgel Soares (Fortaleza) (16/09/1981) Bancária

110.Te – Letícia Bandeira Gurgel Soares (Fortaleza) (14/09/2009)

88.B – Pedro Guilherme Sobrinho (Acopiara) (09/06/1958) Engenheiro Agrônomo

C – Suely Feitosa Guilherme (Tauá) (15/05/1966) Geógrafa

177.Tr – Yanne Adail Feitosa Guilherme (Fortaleza) (14/o9/1988) Universitária de Direito

178.Tr – Pedro Feitosa Guilherme (Fortaleza) (04/05/1992) Estudante

18.N – Adelaide Gurgel de Holanda Nunes (Acopiara) (11/09/1917- 21/01/1998) - Do lar (in memoriam)

C – Alfredo Nunes de Melo (Acopiara) (26/04/1913-12/04/1977) - Comerciante, ex-prefeito de Acopiara (23/03/1955- 24/03/1959) – (in memoriam)

89.B - Fernanda Gurgel Nunes (Acopiara) (13/06/1940) Professora estadual

90.B – Wilson Gurgel Nunes (Acopiara) (19/09/1942 - 26/02/1978) Funcionário federal dos Correios (In memoriam)

91.B – Tarcísio Gurgel Nunes (Acopiara) (18/09/1942) Funcionário federal do DNOCS

C – Lieda Maria de Souza Gurgel (23/02/1941) Do lar

179.Tr – Wilhan Souza Gurgel ( 09/02/1969) Sargento e pedagogo

180.Tr – Alfredo Nunes de Melo Neto ( 19/01/1970) Comerciário

181.Tr – Geffeson Deywis Souza Gurgel (15/02/1976) Supervisor de vendas

182.Tr – Jamesson Souza Gurgel ( 29/07/1979)

92.B – Wlisses Gurgel Nunes (Acopiara) (22/06/1952) Comerciário

C – 1as Núpcias – Maria Helena Costa Nunes (20/08/1952 - 01/06/1996)

183.Tr – Wilsses Gurgel Costa Júnior (03/09/1976) Professor

184.Tr – Maria Helane Costa Gurgel (06/05/1980) Médica

185.Tr – Fábio Wilson Gurgel Costa (21/07/1981) Dentista

C – 2as. Núpcias - Patrícia Maria dos Reis Maia Nunes (07/03/1969) Professora

186.Tr – Maria Adelaide dos Reis Maia Nunes (17/03/1998)

93.B – Terezinha Gurgel Silva (Acopiara) (02/08/1944) Professora

C – Luciano Pierre Silva (24/07/1940) Comerciante

187.Tr – Luciano Gurgel Silva (20/05/1973-12/01/1997) Administrador de Empresas (In memoriam)

188.Tr – Cristiano Gurgel Silva (23/10/1974) Engenheiro civil

189.Tr – Fabiano Gurgel Silva (27/10/1967) Graduado em Educação física

94.B – Francisquinha Gurgel Nunes (Acopiara) (19/01/1950) Professora municipal

19 -N – José Gurgel de Holanda Lima (Acopiara) (07/04/1919 – 21/12/1983) Comerciante

C – 1as Núpcias - Maria Neri de Oliveira Gurgel (28/05/1924) - Do Lar.

95.B – Maria Vânia Gurgel Dantas (Acopiara) (21/07/1943) Do Lar.

C – Walmir Ferreira Dantas (14/10/1937) Corretor.

190.Tr. – Sérgio Luís Gurgel Dantas (15/09/1965) Eng. Civil

94.Te – Amanda Sik Gurgel Dantas (26/02/1994) Estudante.

191.Tr. – Roberto Wagner Gurgel Dantas (28/09/1966) Empresário.

111.Te. – Yuri Holanda Gurgel Dantas (05/03/1994) Estudante.

96.Te. – Yann Holanda Gurgel Dantas (06/03/1995) Estudante.

192.Tr. – Vanessa Gurgel Dantas (03/03/1979) Informática.

96.B – José Wellington Oliveira Gurgel (16/08/1944) Eng Agrônomo, Perito Federal Agrário (INCRA)

C – Maria Araújo Gurgel (03/05/1949) Funcionária Pública do Juizado da Infância e da Juventude.

193.Tr. – Adriano Araújo Gurgel (19/08/1970) Comerciário.

C – Kátia Maria Ferreira Gurgel (xx /xx /xx ) Estilista.

112.Te. – Andressa Ferreira Araújo Gurgel (xx / xx / xx) Estudante.

194.Tr. – André Araújo Gurgel (26/10/1974) Comerciante.

195.Tr. – Fábio Araújo Gurgel (09/02/1978) Acadêmico de Administração de Empresas.

196.Tr. – Tiago Araújo Gurgel (20/12/1982) Acadêmico de C. da Computação.

97.B – Francineide Gurgel Facundo de Almeida (06/10/1945) Pedagoga.

C – Hélio Facundo de Almeida (22/03/1945) Topógrafo Aposentado.

197.Tr. – Reginaldo Gurgel Facundo de Almeida (05/11/1971) Bacharel em Ciências Contábeis.

C – Carlânia Amorim Bastos (07/03/1974) Designer.

113.Te. – Caio Amorim Bastos Gurgel F. de Almeida (13/06/2001) Estudante.

198.Tr. – Alexandre Gurgel Facundo de Almeida (06/03/1974) Bacharel em Ciências Contábeis.

C – Juliane Moretto Facundo de Almeida (13/04/ 1976). Psicóloga.

199.Tr. – Karinne Gurgel Facundo Berger (08/11/1977). Pedagoga.

C – Erich Volney Berger (27/12/1973) Analista de Sistemas.

114.Te. – Licya Gurgel Facundo Bastos (19/06/1997).

115.Te – Lydia Gurgel Facundo Berger (14/03/2001). Estudante.

116.Te – Letycia Gurgel Facundo Berger (06/10/2004).

98.B - Weimar de Oliveira Gurgel (27/02/1946) Aposentado.

99.B – Sueli de Oliveira Gurgel Soares (16/06/1949) Aposentada.

C – Francisco Paulo Soares (01/04/1947) Supervisor Administrativo.

200.Tr. – Ana Paula Gurgel Soares (16/07/1985) Universitária.

100.B – Casimiro de Oliveira Gurgel Neto (07/04/1951) Corretor.

C – Rita de Cássia Andrade Gurgel (07/03/1952) Pedagoga.

201.Tr. – Renato Andrade Gurgel (03/07/1978) Engenheiro.

C – Janaína de Alencar Gurgel (18/11/1981) Universitária.

117.Te. – Renan Alencar Gurgel (21/02/2002).

202.Tr. – Cyntia Andrade Gurgel (24/04/1981) Bacharel em Ciências

Contábeis.

203.Tr. – Caroline Andrade Gurgel (21/03/1983) Administradora de Empresas.

101.B – Francisco de Oliveira Gurgel (04/08/1951)

C – Maria Helena Pereira Gurgel (20/08/1954)

204.Tr. – Francilena Gurgel De Paulo (21/11/1977) Auxiliar de Recursos Humanos.

C – Nelson De Paulo Filho (27/01/1976) Téc. em Refrigeração Industrial.

118.Te. – Júlia Gurgel De Paulo (01/05/2003)

205.Tr. – Franciana Pereira Gurgel (11/10/1981) Universitária.

206.Tr. – Francinery Pereira Gurgel Gonçalves (22/09/1982) Universitária.

C – Fabrício De Oliveira Gonçalves (13/11/1976) Comerciário.

102.B - Moacir de Oliveira Gurgel (07/03/1954) Bacharel em Ciências Contábeis.

C – Márcia Maria Barbosa Gurgel (05/01/1960). Professora.

207.Tr. – Mônica Barbosa Gurgel (06/08/1979) Eng. Eletrônica/ Física.

208.Tr. – Mayrom Barbosa Gurgel (02/01/1985) Acadêmico de Agronomia.

103.B – Girleide Gurgel Lins Melo (30/09/1955) Empresária.

C – Salustiano Lins Melo (15/05/1947) Empresário.

209.Tr. – Neryleide Gurgel Lins Melo (29/08/1972) Empresária, Administradora de Empresas e Advogada.

C – Roberto Castro Aguiar (xx / xx / xxxx) Empresário.

210.Tr. – Carolina Gurgel Lins Melo (30/07/1979) In Memoriam

211.Tr. – Ricardo Gurgel Lins Melo (27/04/1978) Empresário.

C - Luiza Helena Bandeira Gurgel ( xx /xx/ xxxx) Contadora.

104.Te. – Rafaela Bandeira Gurgel (17/06/2003).

212.Tr. – Salustiano Gurgel Lins Melo (13/09/1981) Eng. Elétrico e Empresário.

104.B – Solange Maria Gurgel Bezerra (07/06/1957 - 09/10/2003). (In memoriam).

C – José Aírton Bezerra (07/01/1946) Empresário.

213.Tr. – Fabíola Gurgel Bezerra (15/03/1977) Acadêmica de Administração de Empresas.

C – Frederico Gualberto Kuhn ( xx / xx / xxxx).

119.Te. – Pedro Gurgel Kuhn. (03/02/2002) Estudante.

214.Tr. – Fabrícia Gurgel Bezerra (02/12/1979 - 14/01/1980) In memoriam

215.Tr. – Fábia Neri Gurgel Bezerra (16/06/1981) Acadêmica de Ciências Contábeis.

216.Tr. – David Régio Gurgel Bezerra (02/10/1985) Acadêmica de Turismo.

105.B - Arnaldo Oliveira Gurgel (04/08/1960) Empresário.

C – Ivonete Frutuoso Gurgel (31/07/1963) Comerciante.

217.Tr. – Rerison Frutuoso Gurgel (21/02/1981) Empresário.

218.Tr. – Ana Karolina Frutuoso Gurgel (16/10/1988). Estudante.

C – 2ª Núpcias – Maria do Socorro Tavares (19/07/1942- 3012/2004) In memoriam

106.B – Ielde Holanda Tavares (30/08/1978)

107.B – Ivaniê Holanda Tavares (07/09/1982)

108.B – Ionara Holanda Tavares (12/06/1976)

20.N – Maria Gurgel Holanda Lima (Acopiara) (26/03/1921- 18/03/2005) Do lar (In memoriam)

C – João Holanda Lima (Tauá) (12/08/1910-16/02/1981) Empresário (In memoriam)

109.B – Francisco Gurgel Holanda (Acopiara) (08/09/1940) - Juiz de Direito

C – Lúcia Maria Bezerra Gurgel – Procuradora de Justiça

219.Tr – Márcio Régis – Bacharel em Direito

220.Tr – Mirelli – Bacharel em Direito

221.Tr – Joilian – Bacharel em Direito

110.B – Maria Heloísa Gurgel Holanda Albuquerque (Acopiara) (30/08/.xx) - Professora

C – João Uchoa de Albuquerque (Acopiara) (12/12/1927) (13.12.2013) ex prefeito de Acopiara (31/01/1977-30/01/1983) e (01/01/1989-31/12/1992)

222.Tr – Sheila Regina de Albuquerque Diniz (15/02/1963) prefeita de Acopiara (01/01/2002-31/12/2004)

C 1ª núpcias – Tibúrcio Valeriano Soares Diniz Filho

120.Te – Camila Albuquerque Diniz (29/09/1985) Médica

C 2ª núpcias – Francisco Rogério Gurgel Barroso

121.Te – Heloísa Albuquerque Gurgel (04/12/1993)

223.Tr – José Adonias Gurgel Albuquerque (5/07/1964-xxxx) (In memoriam)

224.Tr – Afrânio Luiz Holanda Albuquerque (21/02/1966)

122.Te – Nívia Bezerra de Albuquerque (04/09/xx)

123.Te – Naila Uchoa Bezerra de Albuquerque (20/01/2005)

124 Te - Nicole Bezerra Lima de Albuquerque (22/02/xx)

225.Tr – Shirley Holanda Albuquerque (08/01/1974) ´Fisioterapeuta

111.B – João Maria Gurgel Holanda (Acopiara) (24/10/1943) Funcionário público “In memoriam)

C – Maria de Fátima Alves Moreira (04/02/1950) Do lar

226.Tr – Maria Artemísia Alves Holanda (06/04/1967) Do lar

C – Izrael Felipe Dias (13/02/1966) Funcionário Público

125.Te – Fhelipe Holanda Dias ( 17/04/1990) – Estudante

126.Te – Ana Karolinne Holanda Dias (31/12/1991) Estudante

227.Tr – Débora Cristina Alves Holanda (01/101973) Funcionária pública

C – 1as Núpcias - José Gonzaga da Rocha Júnior (03/06/1960) Viajante

127.Te – Bruno Alves Holanda (27/03/1991) Estudante

128.Te – Beatriz Holanda Rocha ( 23/09/1994) estudante

C – 2as. Núpcias – Francisco Ibernon Rosa Júnior (21/09/1974) Comerciário

129.Te – Davi Holanda Rocha (22/05/1991) estudante

130.Te – Ana Kelly Holanda Rocha (01/02/2000)

228.Tr – Emanuele Holanda Ramos (13/12/1974) Do lar

C – Roberto Gonçalves Ramos (10/07/1970) Escriturário

131.Te – Aline Holanda Ramos (30/03/1993) Estudante

132.Te – Gabriela Holanda Ramos (13/10/1994) Estudante

133.Te – Roberto Gonçalves Ramos Júnior (03/07/1998) Estudante

229.Tr – Sarita Pavoni Alves Holanda (06;08/1976) Funcionária pública

C – Flávio Antônio da Silva (07/09/1977) Comerciário

134.Te – Flávio Antônio Bruno da Silva (05/02/1999) Estudante

112.B – Luiz Teixeira Neto (Lulu) (18/05/1945) Engenheiro Agrônomo

C – Maria Perpétua Ramos Teixeira (29/01/1954) Professora

230.Tr – Danielle Tatiane Ramos Teixeira (05/101976) Universitária

231.Tr – Danilo Luiz Ramos Teixeira (07/10/1979-xxxx) ( In memoriam)

232.Tr – Rafael Luiz Ramos Teixeira (12/11/1982) Estudante

233.Tr – Bruna Cristina Ramos Teixeira (15/05/1985) Universitária

234.Tr – Fabrício Luís Ramos Teixeira (16/03/1990) Estudante

113.B – José Holanda Sobrinho (Acopiara) (In memoriam)

114.B – Sebastião Gurgel Holanda (Acopiara) (20/01/1953) Funcionário público da Câmara dos Deputados

C – Sônia Maria da Silva (Riachão/MA) (19/11/1963) Funcionária do Centrus

115.B – Alberto Holanda Lima (Acopiara) Agrônomo (In memoriam)

116.B – Marta Holanda de Oliveira (Acopiara) (10/08/1950) Professora

C – Nicéforo Fernandes de Oliveira (In memoriam) ex- Procurador Geral da Justiça, Corregedor Geral do Ministério Público do Estado do Ceará

235.Tr – Sany Holanda Oliveira (18/05/1973) Funcionária Pública

D – Antônio Vilenar Rodrigues

135.Te – Jonathan Holanda Oliveira Rodrigues (27/06/1992) Estudante

236.Tr – João Raimundo Oliveira (13/03/1977) Pecuarista

C – Maria do Socorro Coutinho (12/04/1978) Professora, Comerciante

136.Te – Natália Coutinho Holanda Oliveira (03/11/2001)

237.Tr – Jeruza Holanda Oliveira (08/04/1975) Advogada

C – Francisco Montenegro Neto (xxx) Comerciante

238.Tr – Grasiele Holanda Oliveira (278/09/1979) Professora, Advogada

117.B – Maria Consuelo Gurgel Holanda (Acopiara) (12/09/1954) Do lar

C – Tarcísio Rodrigues Pinto (29/02/1944) Advogado

239.Tr – Sabrina Holanda Smith (18/11/1973) Funcionária pública

C – 1as Núpcias - Roberto Gurgel Dantas (28/09/1966) Empresário

137.Te – Yury Gurgel Dantas (05/03/1994) Estudante

138.Te-Yan Gurgel Dantas (06/03/1995) Estudante

C – 2as Núpcias – Marcelo Hércules Smith (xxx) Funcionário público

139.Te – Amanda Ellen Dantas Gurgel (04/01/2000)

240.Tr – Juliana Holanda Pinto (15/04/1977) Advogada

140.Te – Pedro Holanda Ferraz Melo (25/09/1997)

118.B – Maria Celeste Gurgel Holanda Magalhães (Acopiara) (02/11/1955) Universitária

C – Manoel Tadeu Magalhães (25/12/1946) Construtor

141.Te – Elana Gurgel Magalhães Cabó (23/07/1977) Universitária

C – Paulo Remy Nogueira Cabó (20/03/1974)

241.Tr –Maiara Gurgel Magalhães Cabó ((20/03/2005)

142.Te – Andrigo Robert Gurgel Holanda Magalhães (14/08/1981) Professor, Suprimento de navios

143.Te – Suelen Maria Gurgel Holanda Magalhães (29/02/1984) Universitária

119.B – Alberto Holanda Sobrinho (Acopiara) (11/10/1958) Representante Comercial

C – Verônica Maria Moreira da Costa (19/01/1964) Secretária executiva

144.Te – Alberto Costa Holanda (15/04/1992)

120.B – Simone Alves Lima (Acopiara) (24/10/1975) Do Lar

C – Antônio Rodrigues Albuquerque Júnior (03/02/1965) Funcionário federal

21.N – Rosemarie Gurgel Lima (Acopiara) (15/04/1923) Do lar

C – Júlio Holanda Lima (Tauá) Comerciante ((In memoriam))

121.B – Maria Júlia Gurgel Holanda Sombra (Acopiara)

(25/01/1941) Professora, Pedagoga

C – Waldiy Sombra Lopes (16/01/1930) Professor de Português, da Universidade Federal do Ceará

242.Tr – João Júlio de Holanda Sombra (13/01/1962) Engenheiro Civil, Administrador

C – Ana Margareth Lemos de Oliveira (xxx) Bancária

145.Te – Júlio Lemos de Oliveira Sombra (26/03/1989) Estudante

146.Te – Juliana Lemos de Oliveira Sombra (19/011991) Estudante

243.Tr – Waldy Sombra Lopes Júnior (11/06/1963) – Auditor do Tribunal de Contas da União

147.Te –Waldy Sombra Neto (03/07/1989) Estudante

122.B – Almerinda Holanda Gurgel (Acopiara) (20/06/1943) – Enfermeira, Professora de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará

123.B – Maria Luiza Gurgel Holanda (Acopiara) (26/10/1954) Artista Plástica, Artesã

C – Paulo Henrique Holanda Lima Verde (27/11/1952) Vendedor

244.Tr – Ana Paula Holanda Lima Verde (21/07/1975) Estudante

245.Tr – Vanessa Holanda Lima Verde (13/10/1979) Estudante

246.Tr – Ana Maria Holanda Lima Verde (28/04/1982) Fisioterapeuta

C – Paulo Sérgio Oliveira dos Santos (xxx)

124.B - Maria do Socorro Gurgel Holanda Albuquerque (Acopiara) (18/06/1950) Comerciante

C – Francisco Felício de Albuquerque (01/02/1948) Comerciante

247.Tr – Rosmari Holanda Albuquerque Feitosa (13/011970) Comerciante

C – Paulo Duarte Feitosa (23/02/1968) Comerciante

148.Te – Pablo Albuquerque Feitosa (23/02/1991) Estudante

149.Te – Saulo Albuquerque Feitosa (15/12/1992) Estudante

150.Te – Paloma Albuquerque Feitosa (29/12/1993) Estudante

151.Te – Paola Albuquerque Feitosa (21/05/1995) Estudante

248.Tr – Roberto Holanda Albuquerque (07/09/1974) Comerciante

C – Andréa Pereira Assunção Albuquerque (23/07/1976)

152.Te – Enzo Assunção Albuquerque (12/07/2002)

249.Tr – Mirela Holanda Albuquerque (05/12/1979) Arquiteta

250.Tr – Miria Holanda Albuquerque (18/04/1982) Estudante de Odontologia

125.B – Júlio Holanda Filho (Acopiara) (23/01/1959) Empresário e Universitário

C – Flávia de França Rego Holanda (04/07/1959) Empresaria

251.Tr – Júlio Holanda Lima Neto (04/07/1987) Universitário

126.B – Rosemari Gurgel Holanda Almeida (14/08/1956) Enfermeira

C – Antônio Almeida Neto (05/06/1993) Empresário, ex-prefeito de Acopiara (01/01/1993-31/12/1996) (01.01/2005-31/12/2008)

252.Tr – Getúlio Holanda Almeida (12/10/1985) Universitário de Administração

253.Tr – Patrícia Holanda Almeida (04/02/1987) Universitária de Medicina

254.Tr – Amanda Holanda Almeida (24/02/1989) Estudante

127.B – Luís Alberto Gurgel Holanda (Acopiara) (20/10/1962) Professor, Comerciante

C – Eronilda da Conceição Dias (17/02/1967) Securitária

153.Te – Luís Alberto Gurgel Holanda Júnior (21/02/1989)

22.N – Madalena Gurgel Rodrigues (Acopiara) (28/05/1925) – Do lar

C – Laudemiro Rodrigues –Pinto (31/01/1923) Comerciante aposentado

128.B – Francisco Gurgel Rodrigues (xxxx) Empresário

C – Amália Gurgel (xxxx) Empresária

  1. Tr– Claudia Gurgel (xxxx)
  2. B – Raimundo Danilo Guilherme Pinto (14/12/1946) Empresário

C Elza Trindada Anaia Pinto (27/10/1949) Empresária

256 – Tr – Danilo Rogério Pinto (05/01/1974) Comerciante, Empresário

C – Adriana Martins de Almeida Pinto (11/04/1973) Prof. Agropecuarista

154.Te – Felipe Danilo Almeida Pinto (15/09/1994) Estudante

155.Te – Natália de Almeida Pinto (23/06/1997) Estudante

257.Tr – Simone Aparecida Pinto (15/08/1977)

C – Silvio Luiz de Moura (22/01/1977) Advogada

  1. Te – Tayná Luiza Pinto de Moura (10/07/1996) Estudante
  2. Te – Erico Augusto Pinto de Moura (18/11/2005)

130.B – Laurileide Rodrigues Carrasco (13/08/1948) Do Lar

C – Idines Carrasco Rodrigues )(01/12/1943) Ferramenteiro

  1. Tr – Andréia Andrelina Carrasco de Souza (04/05/1971) Administração de Empresas

C – Ronaldo de Sousa (27/06/1969) Empresário

  1. Te – Thiago Carrasco de Souza (31/05/2005)

131.B – Lúcia de Fátima Gurgel Rodrigues Barbaresco (16/11/1949) Do Lar

C – Cláudio Barbaresco (12/02/1948) Representante de Vendas

  1. Tr – Adriano Gurgel Rodriagues Barbaresco (08/03/1981) Assistente Administrativo

132.B – William Gurgel Rodrigues (12/02/1951) – Empresário Propaganda e Publicidade

C – Maria Nilcéia Antas Rodrigues (23/04/1953) Comerciante

  1. Tr – Luciana Antas Rodrigues (28/11/1971) Supervisora de Seguro

C – Sidney Silva (28/11/1971) – Corretor de Seguros

  1. Te – Larissa Angtas Rodrigues Silva (10/07/2004)
  2. Te – Cauan Antas Rodrigues Silva (29/06/2005)
  3. Tr – Daiany Antas Rodriagues Bariani ( 29/07/1981) Analista de Sistema

C – Giuliano Sales Bariani (17/01/1975) Bancário

133.B – José Inácio Gurgel Rodrigues (xxxx) In memoriam

23.N – Teresinha Gurgel Guilherme (Acopiara) (In memoriam)

24.N Luiz Gurgel Guilherme (Acopiara) (13/08/1927-

21/09/1999) (In memoriam)

C – 1as. Núpcias - Luiza Martins Gurgel (31/05/1928)

134.B – Luiza Maria Guilherme França (01/11/1954) - Dentista

C – Francisco Celmo Queiroz França (04/10/1954) Comerciante

262.Tr – Alisson André Guilherme França (13/10/1978) Dentista

263.Tr – Alana Andréa Guilherme França (10/11/1984) Universitária de Odontologia

135.B – Luiza Liduina Guilherme de Holanda (31/10/1956) - Advogada

C – Aldair Carlos de Holanda (24/05/1946) Advogado, Empresário

264.Tr – Christiane Guilherme de Holanda (18/06/1978)- Empresária

C –Jefesson Barbosa (xxxx) Empresário de Informática

161.Te – Juliana de Holanda Barbosa (21/05/2004)

162.Te – Mariana de Holanda Barbosa (01/09/2005)

265.Tr – Carlos Germano Guilherme de Holanda - Publicitário

C – 2as Núpcias – Zilda Florêncio da Silva (20/07/1942) Do lar

136.B – Luiz Florêncio da Silva (15/02/1963-05/09/1976) (In memoriam)

137.B – Liduina Florêncio da Silva (06/02/965)

266.Tr – Larisse Rcilelle Silva Fernandes (20/01/1996)

267 Tr – Rute Cristina Bezerra de Oliveira Silva (28/05/1999)

138.B – Luiza Maria Florêncio Rodrigues (14/09/1966) Professora, Costureira

268.Tr – Sandra Florêncio Rodrigues (04/07/1991) Estudante

269.Tr – Ícaro Florêncio Rodrigues (05/12/1994) Estudante

139.B – Eriduce Florêncio da Silva Gomes (10/12/1968)

270.Tr – Monzar Emanuel Florêncio Gomes (24/01/1989) Estudante

271.Tr – Maniky Emanuela Florêncio Gomes (11/08/1986) Estudante

140.B – Luiza Liduina Florêncio da Silva (06/11/1969) Professora, Auxiliar Administrativa

272.Tr – Tafarel Lopes da Silva (07/12/1990) Estudante

  1. Tr – Thabata Thaís Fabrício Lopes (09/09/1992)

141.B – Antônio Eridon Florêncio da Silva Bezerra (23/07/1971), Do lar, divorciada

274.Tr – Rene Wanderson Bezerra Florêncio (28/12/1987) Estudante

275.Tr – Rennan Bezerra Florêncio (17/08/1989)

142.B – Almerinda Florêncio da Silva Leite (23/01/1974) Universitária

C – Antônio Alves Leite (18/02/1966) Micro empresário

276 - Tr – Wylmer Florêncio Leite (24/01/1988) Estudante

277 - Tr – Wynne Gurgel Leite (17/07/2000

143.B – Adriana Guilherme da Silva (20/10/1976) – Professora, do lar

278 Tr – Igo Guilherme da Silva (22/03/2995) Estudante

  1. Tr – Igride Guilherme da Silva (10/05/1999)

C – 3as. Núpcias Antônia (Gessina) Machado de Oliveira - Do lar

144.B – Luís Guilherme Oliveira

C – Dvanir Florentino Teixeira

145.B – Francisco Guilherme Oliveira

C – Maria Vieira Sobreira

280.Tr – Francisco Guilherme Oliveira Júnior (18/04/1977) Professor

C – Clarice da Silva Costa (xxx) Professora

  1. Te – Clara Costa de Oliveira (18/01/2001)

281.Tr – Marcos Guilherme Oliveira (17/11/1982)

282.Tr – Jonathan Guilherme Oliveira (14/01/1983)

C – 4as Núpcias – Maria do Socorro do Nascimento (12/08/1942) Do lar

  1. Tr – Francisca Nascimento (17/01/1960) Vendedora
  2. Tr – Andrezza Maria Nascimento de Oliveira (23.06.1944)

25.N – Francisco Guilherme Filho (Acopiara) (In memoriam)

26.N – Raimundo Gurgel Guilherme(Acopiara) (12/08/1932-xxx) (In memoriam)

C – 1as Núpcias - Maria Ená Correia Pinho (22/03/1934-xxx) (In memoriam)

146.B – Maria Irandi Pinho Borges (28/09/1950) Professora e Agente Administrativo

C – João Ferreira Borges (16/05/11946) Motorista

285.Tr – Adriano César Pinho Borges (14/12/1970) Auxiliar de Enfermagem

C – Andreia Martins de Souza (xxx) Professora

164.Te – Adriano César Pinho Borges Júnior (29/09/2000)

165.Te – Adriel Martins Pinho Borges ( 30/10/2003)

286 Tr – Adjane José Pinho Borges (12/09/1974) Comerciário

287.Tr – Advania Maria Pinho Borges (12/09/1974) Comerciaria

288.Tr – Márcia Andreia Pinho Borges (28/09/1976) Vigilante Sanitária

C – Antônio Fábio Cavalcante Carnaúba (xxx) Representante de medicamentos

166.Te – Tainá Pinho Borges Cavalcante (15/08/2003)

147.B – Francisco Pinho Guilherme (08/05/1952) Professor, Comerciante

C – Maria do Socorro Oliveira Pinho (05/05/1955) Professora, Comerciante

289.Tr – Tatiana Pinho de Oliveira Guilherme (05/10/1977) Universitário

290.Tr – Thaís de Oliveira Pinho Guilherme (29/08/1983) Universitária

291.Tr – Túlio Guilherme de Oliveira (29/09/1991) Estudante

  1. B – Maria Ivany Pinho Ferreira (30/07/1955) Auxiliar de Serviços

C – Arnaldo Alves Ferreira (28/04/1948) Motorista

292.Tr – Emerson Pinho Ferreira (12/12/1972) Vendedor

C – Eliane Costa Pinho Ferreira (08/10/1975)

167.Te – Caio Costa Pinho Ferreira (27/06/1998)

168.Te – Lara Costa Pinho Ferreira (30/07/2000)

293.Tr – Janaina Pinho Ferreira (14/04/1974) Vendedora, divorciada

169.Te – Gabriel Pinho Cavalcante (13/08/1997)

294.Tr – Jacqueline Pinho Ferreira Gonçalves (30/06/1977) Do lar

C – José Gonçalves Neto (29/07/1973)

170.Te – Erik Pinho Oliveira Gonçalves (18/06/2003)

295.Tr – Paulo César Pinho Ferreira (19/11/1976) Motorista

C – Maria Verusa Alves Nunes (05/11/1977) Do lar

171.Te – Cauan Alves Pinho (05/05/2003)

296.Tr – Katia Jaline Pinho Ferreira (06/01/1982) Do lar

C – Geórgio Gonçalves Falangula (xxx)

172.Te – Ugo Falangula Pinho Gonçalves (24/03/2001)

297.Tr – Jucelino Pinho Ferreira (11/01/1983)

149.B – Maria Irani Guilherme Sousa (18/12/1953)

C – Dionizio de Sousa (21/03/1952) Motorista

298.Tr – Maciel Guilherme de Souza (09/12/1981) Motorista

C – Izabel Ferreira Guilherme (01/01/1981) do Lar

173.Te – Mayanne Ferreira Guilherme de Souza (04/03/2002)

299.Tr – Macilo Guilherme de Souza (25/07/1983) Motorista

300.Tr – Mayara Guilherme de Souza (11/08/1988) Estudante

150.B - Antônio Ironilder Pinho Guilherme (xxx1950) (O Careca)

151.B – Maria Irailde Pinho Guilherme Piancó (07/05/1961) Funcionária pública do Cartório 106

C – Napoleão de Souza Piancó (08/08/1960) Funcionário público

301.Tr – Breno Guilherme Piancó ( 16/07/1984) Auxiliar Administrativo

302.Tr – Antônio Bruno Guilherme Piancó (23/04/1988) Estudante

303.Tr – Bruna Guilherme Piancó (26/03/1992) Estudante

152.B – Maria Ivone Pinho Guilherme (15/06/1962) Agente de Saúde

153.B – Idalmi Guilherme Pinho (2810/1966) Cerimonialista da Prefeitura C – Maria Claudete Soares dos Santos Pinho (08/06/xx) Professora do município 304.Tr – Maria Andrelle Soares Pinho (26/03/1987) Graduada em Enfermagem

305.Tr – Amabile Soares Pinho (20/07/1987) - Estudante Pré-universitária

C – 2as Núpcias Antônia Moreira de Almeida (12/05/1956) Do lar

154.B – Tiago de Almeida Gurgel (25/03/1985) Estudante

155.B – Tancredo de Almeida Gurgel (25/03/1985)

156.B – Thaís de Almeida Gurgel (30/11/1986) Estudante

27.N – Joana (Janete) Gurgel Holanda (Acopiara) (04/02/1937)

Escrivã da Polícia Civil do Estado do Ceará, Professora da Secretaria de Educação Básica

C – José Araújo Holanda (12/03/1938-02/03/1992) (In memoriam)

157.B – Almerinda Gurgel Holanda Neta (01/11/1963) Escrivã da Polícia Civil do Estado do Ceará

158.B – José Araújo Holanda Filho (17/07/1967) Médico Ginecologista e Oficial Médico da Polícia Militar do Estado de Pernambuco

159.B – Joana Gurgel Holanda (06/12/1972) Médica Oftalmologista, Professora substituta em Oftalmologia na Universidade Federal do Ceará

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